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Professor e aluna

Meu nome é Isabela e acabei de completar 18 anos, estou um pouco atrasada no colégio porque fui viajar para encontrar com meu pai em Paris, voltei a alguns semestres e a única coisa que penso desde que cheguei no Brasil é em meu professor de Matemática e hoje contarei um pouquinho sobre a nossa história.

Como era costumeiro, no período da tarde, todas as quartas-feiras tinha aula de reforço. Entrei e lá  estava ele, parado próximo à mesa. As cortinas fechadas permitiram que, no momento em que fechei a porta atrás de mim, ele segurasse firme em meu quadril e me colocasse sentada em seu colo, abrindo caminho entre as minhas pernas seus dedos tocaram minha buceta e afastaram minha calcinha para que seu pau pudesse entrar até o talo me fodendo deliciosamente.

A cena  que infelizmente durou poucos segundos mas foi suficiente para bombear meu corpo de tesão, foi substituída por uma convencional conversa entre professor e aluna. A porta destrancada exigia discriçãoconto-erótico-professor-e-aluna-na-cadeira.

Professor e Aluna, apenas?

O encontro que fazia minha imaginação tecer essas ideias e pensamentos já estava marcado para às vinte horas daquele mesmo dia. Por isso entrar naquela sala e ter que fazer a linha ” aluna santinha e sem interesse” me matava. O simples imaginar era capaz de me deixar molhada de desejo por aquele que por tantas aulas seguidas foi motivo de irritação e descontentamento, porque ele demorou tanto para me notar? Minha cabeça girava e foi difícil me concentrar.

Porque eu ainda tinha que esperar até a noite para poder fazer tudo que esteve preso apenas em minha imaginação e sonhos, ah e que sonhos! O encontro me parecia tão improvável, era algo que eu desejava tanto que começava a desconfiar se iria mesmo acontecer.

Durante todo o tempo que tivemos aula ele nunca disse uma palavra ou fez qualquer gesto que me incentivasse, porque nunca desisti?

Tive dois semestres de aulas com ele,  e em meu olhar nunca escondi o desejo que ele me despertava, cheguei a levar um antigo namoradinho pra que ele, quem sabe, sentisse ciúmes, mas ele sempre ético, sempre inabalável aos meus decotes, microssaias e pequenos esbarrões intencionais – como na vez em que derramei suco de laranja “sem querer em sua calça”. Foi sem querer também que com o olhar mais safado do mundo passei minha mão lá pra ver se tinha “molhado” Ah se não tivessem as calças, e claro, os olhos desconcentrados e perturbados do restante da turma ele não tinha me escapado.

Ah aliás eu adorava provocá-lo na frente dos garotos nerds da minha turma, eles me desejavam desde de o primeiro dia, mas eu nunca gostei de “garotos” e o fácil nunca me encantou, por isso, meu professor era o que era pra mim. Ah como eu desejava aquele homem.

Ele nem seguia o padrão de beleza, nem era assim um Deus Grego, pelo menos não para a maioria das mulheres, para mim claro, aquela voz grossa, braços nem tão musculosos, mas perfeitos em sua forma, seu peitoral que em dias de calor apareciam mais sobressalentes em suas camisas, sempre brancas, me deixavam desnorteadas, nada comparado, é claro aos seus olhos, de um negro profundo, era a combinação perfeita com aquela barba sempre por fazer.

Não sei até hoje como conseguia ir bem em sua matéria, era simplesmente impossível me concentrar nas coisas que ele falava, ele era professor de matemática e qualquer coisa que ele nos explicava me fazia pensar nas equações que poderíamos estar fazendo entre quatro paredes, num quarto de motel barato, em Paris, ou em que sabe, na minha casa, nos meu quarto, com as minhas roupas no chão e ele sobre mim, na verdade o lugar era o que menos importava, tinha vontade mesmo é de repente assim, no meio da aula, dar uma de louca, surtar e gritar para todo mundo e principalmente pra ele que eu o queria, que ele tinha o dever de me possuir ali mesmo na sala de aula, com meus colegas nerds e sem graça vendo, queria ali em cima da mesa no meio dos livros e da caneca de café que derrubaríamos com agitar de nossos corpos.

Nessa tarde, lá na sala com ele minha cabeça fervia. Depois de tanto tempo e tantas investidas da minha parte e ele resolveu me responder. Foi um simples: Tudo bem! Marcado. Seguido de um smile de carinha feliz.

Como ele podia ser assim? Agora mesmo, aqui do meu lado depois de me responder, nada em sua expressão mudou. Tantas vezes eu já tinha deixado recados picantes e perguntas indiscretas, hora nas provas que lhe entregava, nos cadernos que lhe mostrava. Porque ele nunca fez nada? Porque agora? Porque essa noite?

Essa pergunta era a ultima da qual queria resposta, o que eu queria mesmo era ele, sem questionamentos, sem dúvidas e com muito tesão. Na mensagem que lhe enviara disse apenas:

-Hey, posso passar a noite e dormir contigo hoje a noite?

Mas foram tantas as vezes que ele não me respondeu que nem pensei para lhe enviar a mensagem, eu não sabia onde ele morava, como eu iria em seu encontro? Não queria lhe perguntar – Vai que ele mudava de ideia!  Será que ele respondeu assim também, pensando que não daria em nada, talvez por brincadeira. Não deixaria isso pra lá de jeito algum, de qualquer forma essa  era minha chance.

Movi céus e mundos e depois de oferecer até uma graninha para um de meus colegas nerds que eu sabia morar perto da casa dele descobri seu endereço. Peguei um táxi e apenas fui. Com as pernas bambas, o coração na boca, e o corpo inteiro ardendo de tesão e apenas um pensamento em mente: Essa noite ele será meu.

Quando cheguei as luzes estavam apagadas, pensei: Maldito, saiu para não correr perigo que fosse verdade a minha proposta!

Ok ok sem pânico, pensei comigo, se ele fez isso vai se arrepender! Mas logo vi que uma luz de um dos quartos se acendeu e junto com a luz meu desejo! Ah lá estava ele, longe dos meus colegas, da diretora e dos muros da escola que faziam o termo sexo entre professor e aluna tão pecaminoso, aos olhos dos outros, é claro, não aos meus.

Subi as escadas, e as minhas pernas tremiam, o porteiro fez como pedi, não lhe avisou, nada que um sorrisinho malicioso não conseguisse, eu tinha tudo com todos, menos com um, pelo menos até aquele momento.

Quando cheguei no número indicado pelo porteiro parei em frente e meu coração disparou e pela primeira vez minha consciência deu sinal de vida e eu pensei: E se ele for casado? E se ele realmente não me achar interessante o suficiente, será que fiz mal? Será devo voltar para casa? Bom, mas quando vi minhas mãos já tinham feito o trabalho e eu inconscientemente e sem respeitar minha pobre consciência, já tinha batido na porta. E então ela se abriu.

Por uns três e absurdamente longos segundos nos ficamos apenas nos olhando, fora da escola ele era ainda mais bonito, ele estava com os cabelos molhados e sem camisa, tinha pelo que percebi acabado de sair do banho. Sua expressão era uma mistura de espanto e pela primeira vez em tanto tempo – desejo.

Percebi também, nesses mesmos três intermináveis segundos que nós dois nunca tínhamos conversado nada que não fosse a respeito da matéria que ele lecionava. Sim, já que ele nunca respondia nada do que eu lhe mandava.  E quando entrei mesmo sem ele me convidar, afinal eu já estava ali, apenas perguntei: Onde posso colocar minha bolsa? Ele gaguejando e meio que sem reação apenas respondeu:

-Pode colocar em cima da, do, lá , aqui no cabide atrás da porta.

Foi nesse momento que percebi que em sua casa, longe da figura de professor ele já não era mais tão seguro de seus atos. Meus pensamentos voavam e eu não sabia ao certo o que fazer e apenas respondi rindo e ele respondeu também rindo. E como ele era lindo quando sorria.

Aproveitei o momento para dar mais uma olhada ao redor percebi que o apartamento tinha a cara dele, era meio bagunçado, mas não de forma relaxada, era uma bagunça arrumada e seus livros estavam espalhados sobre o chão em frente a Tv. Os livros me fizeram lembrar dele e da sala de aula e isso me encheu de tesão, ele acompanhou meu olhar e fez uma cara de: É sou seu professor, lembra? Isso me fez pensar que o fato de ele ser meu professor não parecia ter o mesmo efeito sobre ele. Não parecia.corredor-professor-e-aluna

Porque quando voltei os olhos para os livros em um ato insensato de timidez quase que no mesmo segundo senti sua mãos em minha cintura, e de repente ele estava abraçado a mim e com a voz em meu ouvido sussurrou.

– Sempre achei que fosse brincadeira sua, não acreditava que você viesse. Mas que sorte a nossa que você está aqui agora.

Seguida dessas palavras que fizeram meu coração quase saltar pra fora do meu peito e minhas pernas ficarem formigando ele começou a mordiscar meu pescoço e orelha enquanto suas grandes mãos percorriam meu corpo por baixo da blusa de renda que escolhi especialmente para essa noite. Ele me abraçava e me beijava por traz e eu quase que instintivamente comecei a rebolar e a roçar minha bunda em seu pau que pulsava por baixo da sua calça fina. Suas mãos pareciam saber exatamente o que fazer e horas apalpavam meus seios e outras horas desciam e formigavam meu ventre, ele fazia questão de chegar bem próximo da minha buceta que ardia e latejava implorando por ele, mas ele uma vez outra apenas passava as pontas dos dedos de leve com se tivesse provocando. A certa altura virei para ele e ele mais rápido me colocou em seu colo, eu agora parecia uma boneca em suas mãos, ele fazia o que queria comigo. Em seu colo ele me levou até seu quarto.

As paredes eram pretas, e a cama estava toda desarrumada, os lençóis estavam bagunçados e por isso eu podia sentir ainda mais forte o perfume, o perfume dele que por tanto tempo me atormentou estava ali tão próximo, aquela pele que me deixava em brasa eu agora podia tocar, morder… Ele era todo meu. O rádio invadia o quarto de canções do Radiohead e a luz fraca vindo da Lua passando pela grande janela próxima a cama me excitava ainda mais.

Quando ele me deitou na cama, ele me olhou, mediu cada pedacinho do meu corpo, e de repente fez uma cara de quem estava em dúvida. E eu assustada falei, com a voz quase rouca de medo:

– Não desista agora, eu sei que você também quer! E em um sussurro completei:

– Seu corpo e suas mãos me contaram!

Ele gargalhou e isso me assustou um pouco, nunca tinha o visto assim tão a vontade, ainda rindo ele respondeu:

– Não há a nada que pudesse me fazer desistir de ter agora, estava apenas pensando qual peça da sua roupa tiraria primeiro.

Dito isso quase enlouqueci de tesão e começamos a nos beijar com mais vontade e seu peito agora fazia pressão em meu corpo, suas mãos agora não aguentavam apenas brincar e me provocar, elas invadiam minha buceta e eu já era quase capaz de gozar antes mesmo dele tirar o restante da minha roupa e então quando não aguentava mais, ele parou me deixando ainda mais louca e entregue. Ele então começou apenas a me beijar, o corpo todo, ia me despindo enquanto cobria meu corpo de beijos, percorria meu corpo inteiro com sua língua quente, quando terminou de tirar minha meia calça me chupou com gosto e então gozei em sua boca. Foi intenso e me deixou completamente relaxada e vulnerável, satisfeita, mas a noite não iria terminar ali, não antes de eu mesma fazer com que ele sentisse o prazer que ele me proporcionou.

Depois de ficarmos alguns minutinhos apenas abraçados, recuperei o fôlego e o coloquei sentado na cama e sentei em seu pau, era grosso e me preenchia por inteiro. A única coisa que conseguia pensar era o quanto valeu a pena esperar cada segundo por aquela noite, durante todos os dias desde a primeira vez que o vi.

Suas grandes mãos controlavam o vai e vem, enquanto me olhava e beijava meus seios e mordiscava meus lábios. Sua língua parecia saber exatamente o que fazer e eu não o reconhecia. Aquele homem, meu professor, todo fechado e tímido não existia mais. E esse que eu conheci essa noite é ainda melhor.

Depois de rebolar por alguns bons minutos sobre o seu pau via em sua expressão que não aguentaria mais e então pedi para que gozássemos juntos e assim foi, ainda melhor do que o primeiro, fechando a transa mais perfeita.

Dormimos abraçados e transamos mais uma vez pela manhã e quando chegou a hora de ir embora antes que saísse pela porta ele me agarrou pelo braço e me disse com um meio sorriso:

– Comporte-se na escola, você é minha aluna! Lembra. Beijou minha boca, mordeu de leve minha língua e por fim completou:

-Lá. Porque por aqui você é minha e eu faço com você o que quiser. Agora que sabes que sou teu, venha sem avisar, assim não tenho como lhe recusar.

 

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Gosto de homem tímido – Conto Erótico

Nada me excita mais do que um homem tímido. Desde a escola era assim. Os tímidos eram caçoados pelos outros homens, mais espertos e aventureiros. Certa vez o Artur, um rapazito muito tímido, o mais inteligente da classe, de óculos de grau e sempre cabisbaixo, era humilhado por esses rapazes, que diziam que ele seria gay. Jogavam os seus livros no chão, e pressionavam para que ele confessasse sua homossexualidade.

Ele mal pronunciava as palavras, de tanto que tremia e gaguejava. Cheguei e pus-me no meio da conversa, para saber o que acontecia. Logo me olharam, pois todos eles me desejavam, sem nunca ter conseguido nada comigo. Mas eu não lhes dei atenção. Fui até o Artur e dei-lhe um grande beijo na boca, e depois disse: “Adorei a nossa noite de ontem.

Estou ansiosa para repeti-la”. Desde então ganharam respeito pelo Artur. O Artur veio agradecer-me pela mentirinha, e viramos grandes amigos. Até tive vontade de ir para a cama com ele, mas a nossa amizade havia virado algo mais importante que o tesão.

Os garanhões estão literalmente riscados da minha lista. Já estive com alguns, mas sempre me decepcionaram. Fazem todo aquele jogo de sedução, mas depois, quando acham que já me têm, esquecem de todas as boas maneiras iniciais.

Mas eu gosto é de seduzir, e não de ser seduzida. Não vou à caça dos meus homens nos lugares mais badalados, como as discotecas, festas ou na praia.

Minhas presas geralmente frequentam bibliotecas, livrarias, sarais de poesia, ou se escondem com um nick suspeito na Internet.

O Gabriel eu conheci num ambiente em que eu não esperava conhecer ninguém razoavelmente interessante. Foi numa discoteca. Possivelmente levaram-no amarrado. Eu observava de longe, sentada no bar. Ele parecia ser diferente de todos os outros. Até parecia tentar agradar, mas não se encaixava no ambiente. Levaram-no para a pista, mas ele não sabia dançar, e voltou para a mesa quando notou que estaria sendo ridículo.

Olhava muitas vezes para o relógio. Dois dos seus amigos voltaram para a mesa com mais duas miúdas. Beijavam-nas e apalpavam-lhes os rabos, na sua frente, e eu via que ele ficava constrangido. Três dos outros rapazes ainda estavam na pista de dança, à caça. Um deles aproximou-se de mim, e começou a lançar conversa. Qual o seu nome? Sua idade? Onde moras? Vens sempre aqui?…

Ele bombardeou-me de perguntas, até dizer que eu era muito gostosa e que gostaria de me dar uns beijos.

“Na verdade…” – eu comecei. “Estou interessada num amigo seu.”

Ele ficou parado, chocado, e quis logo perguntar qual deles. “Daqui a pouco vou até a sua mesa e te mostro.” – eu disse. Ele foi para a pista, e começou a falar com os amigos e a apontar para mim. Todos foram para a mesa. Acabei de beber o meu drink. Levantei-me e fui até lá.

Sentei-me do lado do menino tímido e disse, abraçando minha mão no seu ombro: “É esse que eu quero.” Vi várias bocas abrirem na minha frente. Convidei-o para beber no balcão comigo. Ele ficou confuso, mas foi, talvez porque qualquer coisa seria melhor do que estar junto daquele montão de marmanjos, que só queriam intimidá-lo.

– Por que você me chamou aqui? – ele perguntou-me depois de um longo silêncio.
– Porque gostei de ti.
– Foi meus amigos que te pediram para me pregar uma peça, não foi? Pois se foi…
– Ei… – eu interrompi. – Seus amigos não têm nada a ver com isso. Nem os conheço, nem quero conhecer. Gostei de ti, e é você que eu quero.
– Mas por quê? – ele corou.
– Porque só gosto de homens tímidos.

Ele deu um gole no whisky fazendo careta. Tinha 26 anos, mas não parecia nada experiente. Todo aquele ambiente parecia contrastar com a sua postura reservada, quase acanhada.

A música mudava, e só víamos pessoas a balançar a cabeça no meio da pista. Alguns já bêbados, pareciam tocar guitarras e baterias invisíveis.

– Vamos sair daqui. – eu disse-lhe.
– Para onde?
– Importa?

Levei-o para a minha casa. Sentei-me no sofá e indiquei que se sentasse, e estive a observar o seu silêncio.

Descalcei as botas, e estive a brincar com os meus pés nas suas pernas. Ele parecia tremer.

– Tens medo de mim?
– Não, não é isso.
– Então é o quê?
– Na verdade… nunca imaginei que estaria com uma mulher como você.
– Então não imagina nada… Deixa acontecer…
– Não sei o que fazer.
– Não precisa… Deixa que eu faço tudo.

Sentei-me no seu colo. Tirei minha roupa de cima e fiquei com meus dois seios nus, bem à frente dos seus olhos. Parecia que ele estaria vendo uns seios, ao vivo, pela primeira vez na vida. Peguei nas suas mãos e coloquei em cima deles, devagar.

– Vês? Pode tocar…

Ele tocava, apertava, como se experimentasse pela primeira vez, como se fosse comprovar que eles eram mesmo reais. Meus biquinhos rosados ficavam excitados, como se estivessem com frio.

– Também podes colocá-los na sua boca… – eu sugeri, já chegando os meus peitos bem perto dos seus lábios.

Ele chupou, como um bezerro desmamado. Eu tirava uma mama e colocava a outra, bem devagarinho. Ele foi ganhando o jeito, e chupando uma enquanto acariciava a outra com a mão.

Senti o seu cacete crescer, bem debaixo da minha cona. Minha xota parecia ferver, de tanto desejo.

Tirei sua camisa. e encostei meus seios, rijos, quentes e molhados pela sua saliva.

– Gostas? – perguntei.
– Muito. – ele respondeu, quase a gaguejar.

Desencostei-me e saí do seu colo. Abaixei e tirei seus sapatos. Continuei de joelhos e abri o zíper da sua calça. Senti suas pernas contraírem. Deixei que ele continuasse de calça, mas coloquei o seu pau para fora. Senti que ele tinha vergonha de expor o seu membro para uma quase desconhecida, e eu disse para que não tivesse medo, pois seria muito bom. Acariciei seu pau com as minhas mãos, ágeis e delicadas.

Abandonei seu mastro, e sentei bem ao seu lado no sofá, lançando-lhe um olhar sedutor, ameaçador, traiçoeiro e misterioso. Tirei a meia calça, e depois, bem devagar, fui arrancando minha calcinha.

Continuei com a saia. Sentei em cima do seu instrumento, sem meter, apenas para que ele sentisse o calor da minha buceta. Depois virei de posição, sentando com o rabo no seu pénis, deixando-o bem no meio do meu rego, e deitando minhas costas no seu tronco nu. Peguei nas suas mãos e coloquei novamente nos meus seios.

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Estive a rebolar por cima dele, seguindo os movimentos circulares das suas mãos. Coloquei uma das suas mãos na minha bucetinha molhada, por baixo da saia, para que ele sentisse com os dedos o que sentiria com o pênis, metido dentro dela, alguns minutos depois.

Tirei seu dedinho e levantei-me novamente. Nesse instante ele já se sentia um bonequinho, que não sabia o que eu faria a seguir. Pus-me de joelhos, e coloquei o seu cacete na minha boca. Coloquei-o todo lá dentro, e ia subindo e descendo.

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Ele começou a gemer. Comecei então a dar beijinhos no seu cacete, e a lambê-lo com a ponta da língua. Passei a língua nas laterais e depois enfiei-o todo na minha boca, novamente, num golpe de misericórdia. Levantei-me e abri o zíper da minha saia, deixando-a cair.

Arranquei-lhe as calças e os boxers. Peguei um preservativo na minha bolsa, e ensinei-o a colocar. Sentei no seu colo, mirando o seu pau no meu buraquinho. Fui descendo bem devagar, de modo a sentir cada centímetro a entrar. “Vamos brincar de elevador…” – eu disse, marota. Quando eu cheguei no fundo, ele gemeu. Continuei rebolando, subindo e descendo.

– Está bom? – perguntei.
– Muito. Muito.
– O que sentes?
– É quente. Húmida. Apertada.
– Gostas de me foder?
– Gosto, gosto muito. É muito bom…

Suspiramos, gememos, e depois que eu gritei, ele se sentiu à vontade para gritar também. Aumentei o ritmo. Ele começou a abrir as pernas e a pular com o rabo no sofá. Joguei minhas costas para trás, apoiando minhas mãos na mesinha de centro. Ele meteu mais.

– Goza comigo… – eu disse.
– Estou quase…
– Continua… continua… continua…

Ele gozou. Senti o preservativo encher-se dentro de mim, e seu pau a latejar. Suas pernas tremiam. Ele parecia até soluçar.

– Eu… eu era virgem. – ele disse.
– Eu sei. – respondi.

Abraçamo-nos, suados, e ficamos a dar longos e demorados beijos na boca. Aurorizei que se vestisse e disse que já poderia ir embora, mas, quem saía por aquela porta, agora, não era o mesmo homem que entrou.

(referência: 4-paredes.blogspot.com.br)

Aniversário Tevejo – Gigi Ninfetinha Nua e Pelada!

No aniversário do Tevejo, dia 25/04, sexta-feira o melhor site de Chat Online com Webcam,  irá trazer para seus usuários QUATRO SHOWS e especiais e um evento, uma verdadeira festa, imperdível! O primeiro, às 16h,  Gigi Ninfetinha presentea seus fãs e comemora o aniversário da melhor maneira possível – Com um show de tirar o fôlego! Já logo em seguida, às 17h Kelly Kitty também comemorando com os usuários do site fará a tarde esquentar com um super show.

Às 22h teremos a morenaça Camila Bombom,  e logo em seguida às 23h o evento “Aniversário do Tevejo” onde os usuários entraram no chat vestidos com a cores do site: Azul e Rosa.

Se não bastasse isso, e emendado no evento, às 23h30 é a vez de Tiffany Vip fechar a noite com chave de ouro! Um super SHOW ABERTO! Não fique de fora!

E pra juntar água na boca e dar aquela esquentada, separamos aqui algumas fotinhos da Loira Gigi Ninfetinha NUA E PELADA!

Divirta-se!

Sexo Virtual – Conto Erótico: Ela o namorado e o vizinho.

Por motivos que não vou explicar aqui, tive que morar em outro estado, e fiquei longe do meu único namorado.

Nós somos muito apaixonado um pelo outro, nunca conheci outro homem… tenho 21 anos e ele 26.

Há alguns meses, nos comunicamos apenas através de um chat online, onde nos encontramos todas as noites…

Sou uma menina comportada, não gosto de sair, nunca pensei em outro homem senão meu namorado…

Adoro fazer sexo com ele, como estamos distantes, fazemos sexo virtual todas as noites…

Tenho um vizinho que passa o dia me observando através da janela…

Este mês de janeiro tem feito muito calor, então, costumo deixar a janela do quarto aberta, pra entrar um ventinho, e aumentar a adrenalina devido a possibilidade de está sendo observada, enquanto estou me masturbando e fazendo sexo virtual com meu namorado.

Como é sempre tarde, acho q o vizinho nunca viu, mesmo com a janela aberta. As vezes tiro toda a minha roupa, fico me masturbando de frente pra janela, pra ver se ele aparecesse e fica olhando pela janela. Se ele já viu algo, nunca percebi. Meu namorado fica muito excitado quando digo q a janela está aberta e fica muito curioso pra saber se esse meu vizinho já viu algo, mas nunca conversei com este vizinho, nem ao menos sei o nome dele…

Na ultima quarta-feira, já era quase meia noite, estava teclando com meu namorado, e já estava muito excitada, vestia uma saia marron, calcinha amarela e uma blusa de alça branca sem sutiã (tenho seios pequenos e durinhos), quando olhei pela janela, estava meu vizinho fumando um cigarro e me observando, disse ao meu namorado que precisava ir ao banheiro, pedir pra me esperar e me dirigir até a janela e perguntei as horas pra meu vizinho, ele respondeu e perguntou o q eu fazia acordada naquela hora, perguntei se não queria chegar até a janela pra conversar… meu quarto fica no 1º andar, mas tem um muro que liga a casa dele até a minha (final da viela), dessa forma ele teria q se equilibrar neste muro e chegar até minha janela q tem grade (não pode entrar). A principio ficou com medo, mas acabou vindo e ficou em pé no batente da janela.

Estava louca pra saber se ele viu algo, nesses últimos dias, então perguntei:

– Você viu alguma coisa na noite passada?

– Não, o que foi?

– Não posso falar, mas queria que tivesse visto.

– Então me mostra. – Disse ele.

– Quem sabe você vê outro dia…

Neste momento, me afastei pra voltar ao computador, onde meu namorado esperava, foi quando ele me agarrou pela cintura, tentei me virar como se quisesse escapar das suas mãos, mas não mostrava muita resistência, no fundo estava gostando, nesta hora já estava de costas pra ele, sendo segurada pela cintura, quando ele me puxou em sua direção e fiquei encostada na grade. Aquela sensação ao ser dominada me excitava muito, de repente sentir ele tocar meus seios, não ofereci resistência, ele continuou e com a outra mão tocou minha xana por cima da saia, depois por baixo da saia tocou minha cetinha por cima da calcinha e sentiu como eu estava molhada, depois colocou a mão por dentro da calcinha e penetrou um dedo, fiquei com muito remorso porque nunca trai meu namorado antes, a razão dizia que deveria sair, mas o tesão era muito e eu não conseguia resistir aquele assédio.

– Tira a calcinha, gostosa. – sussurrou ele.

Aquela frase soou aos meus ouvidos, como uma ordem. Impotente obedeci, abaixei-me e desci a calcinha, ele retirou uma camisinha da carteira e vestiu enquanto eu o aguardava obediente. Ele mandou inclinar o corpo pra frente, levantou minha saia e me penetrou sem dificuldades devido a minha lubrificação, estava realmente muito excitada. Os movimentos de vai e vem ficou a cargo do meu corpo, que era puxado violentamente contra a grade na janela, onde ele se encontrava do lado de fora. Estava muito gostoso, queria gemer, gritar, mas poderia acordar todos em casa. Rapidamente ele gozou e foi embora, fiquei com muito tesão, voltei pro meu namorado e gozei me masturbando enquanto conversava com ele pelo computador, não contei nada do que aconteceu.

Acordei na manhã seguinte com uma sensação de leveza no corpo e um peso na consciência, me sentia a maior traidora do mundo, não poderia ter feito aquilo com meu namorado, mas não posso negar que foi muito gostoso. Quando chego na janela, encontro o vizinho me observando, morri de vergonha ao olhar no seus olhos. Ele sorriu maliciosamente e pediu pra eu descer até a porta que queria falar comigo. Sentir um pouco de raiva com um misto de tesão e mais uma vez acabei sendo convencida.

– Estou sozinho lá em casa, vou entrar e deixar a porta aberta…Disse ele no meu ouvido e entrou.

Me arrepiei toda, minhas pernas tremeram, fiquei molhadinha, a falta de sexo com meu namorado me deixava muito vulnerável. O vizinho não é bonito, mas de uma forma bem sutil, conseguia hipnotizar-me, e mais uma vez não resisti, fui até o quarto, vesti uma saia e tirei a calcinha e sai ao encontro…

Não conhecia aquela casa, entrei e ouvi um som vindo do quarto, onde ele me esperava nu e de pé, naquele momento imaginei que fosse meu namorado, coloquei os dois braços sobre seu ombro, abraçando o pescoço e pulei no seu colo, envolvendo minhas pernas na sua cintura. Ele me colocou de costas pra parede e de pé mesmo começou a me penetrar, estava com muito tesão e rapidamente gozei, ele também não demorou a gozar, estava tão envolvida que não percebi que estava sem camisinha. Deitamos na cama e comecei a chupar aquele pau, em pouco tempo ele estava pronto novamente, transamos e gozamos mais uma vez, antes de ir embora ele me confessou que sempre me via e que só aguardava um sinal para que ele me possuísse.

Apesar da experiência absurda e louca, sai daquele quarto e nunca mais voltamos a nos falar, quanto ao meu namorado que mora longe nunca soube e agora quando transamos tenho sempre a certeza de que me meu vizinho safado também se excita quando me toco nua na webcam.  Agora a plateia é sempre garantida!

Come quieto, o estilo Karla de ser…

Karlinha Come Quieto…

Meu nome é Felipe, tenho 20 anos e sou solteiro. Meu  Passatempo é Internet, chats online e de conversas com webcam. Vou contar uma das história quente de como conheci a garota dos meus sonhos, pelo menos dos meu sonhos virtuais, se é que isso existe!

Tudo começou quando conheci uma amiga na internet através de um site de  chat online,  seu nome era Karla e ficávamos conversando por horas,  quase todos os dias durante quase dois meses, ela tinha um jeito que me deixava maluco, era meio meiga e safadinha na medida certa, estilo come quieto mesmo. Nos conversávamos sobre os mais variados assuntos, até que as conversas foram ficando mais picantes,  e devagar se tornaram aquelas de ficar com muito tesão, aquelas de deixar qualquer roteirista de contos eróticos no chinelo.

Não foi fácil fazê-la se soltar, pois ela era do tipo come quieto, safada, mas um pouco tímida! Aos poucos seu libido foi aflorando, e em nossas conversas mais recentes quase sempre era ela quem puxava esses assuntos e parecia estar sempre acessa, sempre com uma vontade de algo a mais.

Isso foi por alguns dias até que consegui um encontro com ela pela WebCam. Ela era uma mulher maravilhosa. Corpo e rosto lindo, como havia me dito. Com uma voz doce e ao mesmo tempo sensual e autoritária me fez mostrar todo o corpo. Minha WebCam é poderosa, aquelas caras, onde se tem uma imagem muito boa, o que ajudou.  Ela gostava do que via, ela fez eu exibir para ela o meu pau, as minhas bolas.  Do saco ao cuzinho, tudo! Era insano, pois via na telinha, que ela estava se masturbando com toda aquela cena. O que deixava o meu tesão ainda mais insuportável.

Quando, por alguns segundos parei e deixei mostrar o meu cacete, duro, brilhando de tanto tesão, ela dizia que o queria na sua boca,  falava com uma voz meio rouca que queria passar a língua no meu saco, chupar, lamber e colocar com tudo em todos os seus orifícios. Em meio a essa cena enfim ela gozou!

Eu podia ver em seu semblante, a satisfação do gozo. Ela disse que fazia um mês e meio que não fazia sexo, pois o namorado estava em viagem. Quando chegou a minha vez de gozar,  ela começou a mostrar tudo… Seu rosto bem de perto, seus seios que não são fartos, mas do tamanho exato, e eu me imaginava com um deles em minha boca, ela podia sentir e ficava excitada, os deixando ainda mais empinados.  Ela é sensacional! Ela foi abaixando, mostrou a sua bunda linda, bem empinada, e com as duas mãos, abrindo a bunda me mostrou seu cuzinho, lindo, com as preguinha intactas… Ela era virgem de cú afinal, que sorte a dela estarmos separados pela webcam. Não resistiria em arrombar aquele cú maravilhoso se estivéssemos juntos fisicamente…

Isso até que mostrou a buceta… Linda, grandes lábios, na proporção certa.  Satisfeita com o olhar que via do outro lado da tela, ela se excitava novamente. Pedi para colocar a WebCam mais próxima de sua buceta, ela então começou a acariciar o clitóris que começou a ficar rosado. Ficou se masturbando durante um cinco minutos. Ver aquilo de perto como se eu pudesse meter a boca naquela buceta linda, meu pai, que loucura! Não resisti e gozei, até pensei que estava passando mal, mas, depois de alguns segundos, percebi que tinha tido o melhor gozo da minha vida, e somente a olhando…

Ela percebeu o acontecido, ficou muito satisfeita, pois tinha proporcionado o gozo que ela tinha tido também. Ela definitivamente faz o estilo come quieto, pois quando o seu namorado viaja, Karla e eu sempre marcamos nosso tão amado sexo virtual.

Show de Bola foi o sexo virtual naquela noite

Nas noites de quarta, após os jogos da série A, sempre conseguimos nos encontrar. Tivemos uma quarta-feira muito especial. Vou contar agora…

Sexo-Virtual-show-de-bola

O time dele estava muito mal no Brasileirão. Porém, como todo torcedor que se preze, ele ainda acreditava numa recuperação. Quanto a mim, não perdia uma oportunidade de dar uma sacaneada no assunto. Num dos nossos diálogos, ele, super otimista, afirmou que o time dele ganharia o próximo jogo e para provar a sua convicção prometeu que colocaria fitinhas das cores do time no seu pau para comemorar esse feito. Dito isso, naquele momento, tornei-me a torcedora número um!

Nos dias que antecederam ao jogo, inúmeras vezes, fiquei imaginando a cena do seu pau duro tremulando com as cores do ?nosso? time. Sim, nosso, porque àquela altura até um hino eu já tinha composto para o clube do meu coração, enaltecendo toda a minha paixão e tesão.

Resultado do jogo: 0 X 0.

Decepção?

Não mesmo. Na nossa prorrogação, o placar seria bem diferente. Afinal, ele merecia um prêmio de consolação e eu precisava extravasar as emoções contidas.

O sexo virtual ia show de bola…

Naquela noite, coloquei uma lingerie vermelha para esperá-lo. Era a primeira vez que eu me vestia especialmente para ele, pois nos nossos encontros secretos não tenho como me apresentar com uma produção mais elaborada, pois não posso correr o risco de chamar à atenção aqui em casa e, também, para não despertar em meu marido desejo por mim. Nesse dia, escondi a lingerie no meu cantinho (é assim que nós chamamos o ambiente da minha casa em que eu fico sozinha e sou só dele) e troquei de roupa depois lá mesmo.

Conectados, começamos a conversar sem webcam, lamentamos o resultado da partida, mas não deixamos de iniciar as nossas brincadeiras, as nossas trocas de carícias, com a excitação sempre presente entre nós. Quando ligamos a câmera e ele viu como eu estava, suas emoções mais primitivas afloraram, ficou fervendo de tesão. Eu estava toda sexy e gostosa só pra ele, para satisfazer nossos desejos.

Ele masturbava-se e eu olhava, notava o quanto ele é carinhoso com o pau dele. Eu gosto de vê-lo punhetar para mim, procuro acompanhar o seu ritmo, pois fico imaginando o seu pau entrando e saindo da minha buceta, numa dança de vai e vem.

Eu usava meus dedinhos, estimulando meu grelinho, deixando minha bucetinha mais molhadinha ainda, toda arregaçadinha, uma delicinha.

O desejo de ser penetrada fazia minha buceta arder de tesão. A vontade dele de meter em mim fazia a cabeça do pau dele latejar. Nós dois juntos estávamos movidos pela paixão daquele momento. Gozamos de forma intensa.

Demais !!! Adorei !!! O sexo virtual show de bola  mais intenso da minha vida.

O placar do jogo do nosso time ? Nem lembrávamos mais. Mas o  nosso jogo só teve ganhador, com certeza.