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Amizade colorida, parte 2

Thiago Brava já cantou o lema: lei do desapego – pega, mas não se apega; porém, como fazer isso? Aqui vão algumas dicas para você tentar

E, como prometido, voltamos para falar de um assunto que pode ser considerada a mais nova febre e expressão de liberdade sexual já vista pelo ser humano e que, detalhe, vem virando mais frequente a cada dia que passa: a amizade colorida.

         Como já abordamos no outro post, o qual você pode conferir clicando aqui a amizade colorida, ou o famoso P.A (pinto amigo), pode trazer várias vantagens para ambos os amigos que, além da atração sexual, ainda conseguem viver de forma plena suas sexualidades por completo, porém, para que isso tenha benefícios e não somente dor de cabeça, é importante que os dois saibam tirar o melhor proveito dessa forma de amizade com sexo.

amizade colorida

         É isso que nós do maior site de chat com webcam do Brasil, o TeVejo, prometemos e hoje vamos cumprir. Vão aqui algumas dicas que podem te fazer ganhar o corpinho daquele seu amigo ou amiga, além de conseguir manter um tipo de relacionamento que, se todas essas dicas foram levadas em conta, só pode trazer coisas boas, além de um sexo casual, que, vamos concordar, não faz mal a ninguém, certo?!!

         Mas, se você ainda não sabe muito sobre o fuck buddys, é bom ler mais e pesquisar, porque o risco de se encantar com essa nova modalidade de relacionamentos é grande! Aproveite nosso post anterior e descubra as maravilhas que pode ser ter uma amizade colorida e, depois, confira as dicas a seguir para que ela não se torne um bicho de sete cabeças.

Emoções devem ser descartadas: o primeiro passo para dar certo é deixar bem claro para o parceiro (a) qual é a finalidade de tudo aquilo. Ser sincero e falar que “é só sexo” não mata ninguém e pode evitar problemas futuros, afinal, se não houver essa transparência, algum dos dois pode se deixar levar pela intimidade que o sexo gera.

         Por isso, descarte desde o início qualquer emoção que possa ser relacionada a um namoro, seja a confidência do casal ou as palavras de romance pós-sexo, afinal, uma amizade colorida surge justamente no momento em que nenhum dos dois queira se envolver sentimentalmente com outra pessoa. O esquema não é ser frio e ignorar o fato de que há intimidade, porém, ao deixar claro que essa casualidade não deverá levar a nada (e a lugar algum), essa troca de afetos já se torna obsoleta.

desapego na amizade colorida

         Ciúmes, por exemplo, encaixa muito bem nesse tópico. Ambos são grandinhos e sabem o que é essa amizade colorida, sabendo também que isso não inviabiliza o parceiro (a) a praticar sexo com outras pessoas, casualmente ou não.  Seu P.A te salvará naquele momento em que a única coisa que precisa é um bom sexo, mas, como não estão namorando, poderá se interessar por outras pessoas. Então, ciúmes é inviável, isso não é um namoro.

Desejo e descobertas de novos horizontes: como a amizade colorida conta, tão somente, com a atração física e sexual que há entre os parceiros, descartando qualquer hipótese de “me encantei pelos belos olhos dela”, a intensidade do sexo é puramente carnal, o que não é ruim, muito pelo contrário. É um sexo com desejo e, inevitavelmente, maior intensidade, sem aquele medo de procurar fazer tudo certo.

         Outro ponto válido é, vez que é só lance de físico, novas experiências podem ser bem vindas. Às vezes dentro de um namoro, aquela vontade louca de fazer um sexo no banheiro do bar pode ser meio esquecida, vez que além do carnal, o fato do sentimento leva (muitas vezes) a um comportamento mais controlado, comportado mesmo.

Então, aproveite seu sexo casual para vivenciar, de comum acordo, todas as experiências imagináveis pelos dois, mate suas curiosidades, aprenda de todas as formas possíveis e curta um sexo sem cobranças e compromisso.

Nada de laços de família: como a relação de vocês é puramente sexual, não tem nem porque conhecer a família dela ou dela, certo? Sim, certíssimo. Levar em um churrasco de domingo da família é coisa de namorado e torna o relacionamento, que antes nem deveria ser chamado assim, em algo mais sério, com torcida dos parentes a parte, além da tia-avó se metendo na data de seu futuro casamento.

         Para que essa relação dê realmente certo, a melhor coisa é manter somente entre vocês dois, não espalhando nem mesmo entre os amigos. Todos sabemos que, às vezes (quase todas elas) a pressão dos amigos pode também fazer com que você se sinta julgado (quando eles não entenderem o bem que o sexo casual faz) ou que você seja induzido a ver seu parceiro (a) com olhos de algo a mais (que não é o intuito).

         Com isso, lembrem-se sempre, quanto menos pessoas souberem, melhor. Explicações são chatas de dar e muita gente não vai nem compreender qual é a de vocês. Evitem.

Romantismo? De jeito nenhum: essa é mais óbvia impossível, mas não espere e nem faça programas românticos. Jantares a luz de velas, presentes surpresa no dia em que começaram a ficar ou mensagens carinhosas durante o dia estão terminantemente proibidos no manual dos que querem uma amizade colorida.

         O programa ideal é beber uma cerveja, restringindo o papo a coisas superficiais, sem entrar tanto na intimidade pessoal do parceiro, ou então, o clássico motel só para o sexo mesmo. Lembre-se, apesar de se chamar amizade, ela serve para o sexo mais do que para ombros amigos.

         Agora, apesar dessas dicas, vocês ainda correm um risco apenas: o de se apaixonarem. Se isso acontecer, volta ao tópico um e se atente a sinceridade, muitos relacionamento começaram dessa forma, com uma brincadeira entre amigos de sexo e duram muito mais, afinal, um já conhecia todos os gostos do outro antes mesmo de namorar.

A camisola azul que ele rasgou com as mãos

Era uma sexta-feira a noite, o dia tinha sido pesado e estressante em meu trabalho, alguns amigos haviam me chamado para um happy hour e quem sabe algo mais, Carlinhos, uma rapaz com quem saia de vez em quando estaria lá, a ideia de trepar nunca era má ideia, mas  tudo em que eu conseguia pensar era na minha cama, em dormir, descansar e só acordar no outro dia. Mal sabia eu que aquela noite iria me surpreender imensamente e que meus planos, felizmente, não dariam certo.

Chegando em casa comi algo de ontem que restava na geladeira, tudo por preguiça de ter que fazer qualquer coisa que fosse. Depois de comer tomei um banho demorado e coloquei minha camisola azul, um pouco curta e inapropriada para a noite que, eu achava me esperar, presente de um ex-namorado que adorava minhas coxas e seios, eles realmente ficavam bonitos nessa camisola, ela era azul e ficava colada em meu corpo, a escolhi por não achar nenhum outra peça fresca limpa no armário. Aquela noite estava realmente muito quente.

Quando deitei na cama ela parecia perfeita, e meu corpo em  minutos relaxou por completo. Parecia natural que dormisse em questões de segundos, porém algo parecia estranho, eu simplesmente não conseguia, uma hora era calor de mais, outra era o meu travesseiro que estava mal posicionado, o som do trem que passava próximo dali era muito alto e até o ranger  dos móveis incomodava.

Depois de algum tempo que pareceram horas virando de um lado para o outro, levantei, já com tamanha raiva que penso que seria capaz de matar alguém. Tomei um copo de água gelada e voltei para a cama, agora completamente sem sono,  foi então que resolvi ligar meu notebook afim de, quem sabe, escutar alguma música que prestasse e pegar no sono novamente naquela noite infernal.

Procurava em meu playlist a melhor opção quando uma janelinha de repente surgiu em minha tela, minha primeira reação foi fechar, mas um segundo antes de clicar em fechar olhei direito e percebi que algo ali me atraia. Era a foto de um moreno, não do tipo atlético, mas forte e com um olhar de um negro intenso e misterioso.

Na foto ele estava dirigindo e suas mãos seguravam o volante, as mãos e os olhos eram quase sempre a primeira coisa que reparava em um homem, e nele a combinação era perfeita, suas mãos grandes, desenhadas e com um aspecto masculino, assim como seus olhos me chamaram a atenção.

Seu nome era Maurício e em sua caixinha tinha apenas uma palavra, um Oi, seguido de uma emoticon “piscando”, eu ainda podia sentir minha cabeça pesada de sono, mas aquele Oi e aquela foto de alguma maneira me chamou a atenção a ponto de por alguns segundos eu ignorar o cansaço. E então eu devolver um Oi, Seguido de : Quem é você? Onde conseguiu meu contato?

Demorou pra que ele respondesse e isso me deu raiva, já não estava em meu melhor dia, e ele ainda me fazia esperar? Como assim? Eu estava aqui quieta em meu canto, pra que me dar um Oi se era pra me ignor… Meus pensamentos foram cortados quando sua resposta apareceu em minha tela.

– Hey, estava no banho, achei que você não fosse mais responder, foi aí que vi que a mensagem já fazia umas duas horas que tinha sido enviada pra mim.  E ele então emendou.

– Eu te vi naquele dia da festa da sua empresa, fui com um amigo e você estava Lá, Fernando P. sabe? Foi ele quem me passou seu contato.

Fernando P. um baixinho que nunca tinha prestado pra nada finalmente fez algo de útil.

– Tudo bem eu te adicionar? podemos conversar?

Aquela altura eu já sabia que ele era bonito, e sem querer já o imaginava nu, afinal tinha acabado de sair do banho e aquela noite estava tão quente, bom mas ele ainda tinha de certa forma atrapalhado o meu mau humor já impregnado em mim desde às 16h da tarde, por isso apenas respondi.

– Agora que já adicionou, fique aí. Ele então me respondeu:

– Bem que me avisaram e eu mesmo reparei que você é difícil e um pouco grossa!

Grossa! Eu não era grossa, eu estava cansada e essa frase me irritou ainda mais, me irritou e de certa forma me fez ficar ainda mais intrigada com ele aquele par de olhos castanhos escuro que me encaravam naquela foto, odiavelmente linda.

E então apenas respondi:

– Grosso é você que adiciona as pessoas e fala com elas durante a madrugada! Sem nem ao menos ter um papo interessante. O que era de certa forma uma bobagem já que não tinha trocado mensagem alguma com ele até aquele momento.

– Cara você é muito ogra e agora não são nem 22h, você é o que a Cinderela? Vi o horário e ele tinha razão, eu tinha certeza que já deveriam ser umas quatro horas da madrugada, e de repente eu estava rindo daquele idiota, mas não podia perdoar!

– Ah a conversa estava tão ruim que cinco minutos pareceram horas! Emendado com um carinha soltando a língua, tinha exagerado. E ele apenas respondeu com uma risada. Passaram-se alguns segundos e ele então começou a digitar novamente, e de repente percebi que estava ansiosa por sua mensagem e que o sono e o cansaço já não existiam mais.

– Sou louco por ti, te vi na festa e quis saber tudo sobre você,  adoro esse teu jeito mal humorado, você parece uma fera e isso me faz querer te amansar, que tal se eu passasse aí na sua casa agora?

Confesso que a ideia não era assim tão ruim, até senti um calor de pensar nele próximo a mim. Realmente imaginar aquelas mãos perfeitas invadindo a minha camisola não era uma ideia de se jogar fora. Levei tanto tempo pensando nisso que quando voltei o olhos, ainda sem resposta novamente para o computador ele tinha sumido e seu status estava como offline.

Nem mesmo o maior psicopata do mundo seria capaz de imaginar a raiva que senti, me senti descartada, ignorada, ele tinha desistido assim? Queria me amansar mas simplesmente não foi capaz de esperar minha resposta? Desliguei o notebook num soco e virei para o lado afim de dormir e esquecer aquele idiota das mãos lindas.

Demorei para que conseguisse me desligar e quando estava quase finalmente adormecendo, escuto um barulho na porta, um barulho alto, levantei num pulo da cama  e corri em direção a porta, e de repente  estava ele, parado no meio da minha sala.

Era o moreno dos olhos castanhos mais lindos que eu já vi, ele tinha entrado sem ser convidado. Ele tinha entrado? Como ele entrou? Minha cabeça girava e eu não conseguia organizar meus pensamentos, foi quando percebi, ao me dar conta, olhando para o meu corpo que aquela noite estava tão quente que o suor havia deixado minha camisola azul meio transparente.

Quando voltei os olhos para cima, meio encabulada e ao mesmo tempo absolutamente e curiosa excitada com aquela situação seus olhos acompanhavam os meus. Eu realmente não sabia o que falar. Eu tinha perdido fala.

Foi quando ele cortou o silêncio e comentou:

-Bela camisola! Você fica ainda mais linda nela, se soubesse que tinha se preparado para me esperar não tinha demorado tanto!

Me preparado?! Ele era muito pretensioso! Embora eu estivesse absolutamente aliviada de estar usando aquela camisola azul e não um pijama qualquer para recebê-lo, digo ser acordada no meio da noite.

– Eu não te esperava e eu acho que você anda precisando de um pouco de educação, aliás quem é você afinal? Um MacGyver sem noção? Como entrou no meu apartamento, porque entrou? Assim sem ser convid…

E de repente ele estava me beijando e eu podia sentir que suas mãos percorriam meu corpo, eu realmente não sabia o que fazer,  eu não sabia mais se era capaz de fazer alguma coisa, naquele momento a única coisa que podia e queria fazer era responder a altura e tentar me impor, foi o que eu fiz quando o empurrei com força contra a parede entre o quarto e a sala, ele soltou um sorriso quando sua cabeça bateu forte de encontro com um quadro pendurado.

camisola azul

Abri com força sua camisa e pude ouvir o barulho dos botões caindo no chão, coloquei uma de minhas pernas quase inteiras a mostra entre suas coxas que usavam um jeans gelado. Subi até encostar e esfregar em seu  pau. Tirei seu cinto e abri o zíper para que com a mão pudesse sentir seu pau, e ele era ótimo, grande e másculo assim como suas mãos que agora seguravam firme minha nuca e meus cabelos.

Ele não me deixava beija-lo, segurava minha boca próxima da sua e lambia meus lábios enquanto eu massageava e sentia seu pau pulsando em minhas mãos.

Eu odiava mas tinha que admitir ele estava no controle agora e eu nada podia fazer nada a não ser aproveitar cada sensação que ele me proporcionava. Quando não aguentava mais de tanto tesão pedi para que ele me levasse até meu quarto, foi só na terceira vez que ele aceitou e me segurando pela cintura, beijando meu pescoço e roçando seu pau sobre a minha camisola azul ele me levou até meu quarto e me pós de quatro, e em fim, me penetrou, foi intenso e ele sabia como fazer. Suas mãos me seguravam no ventre e eu podia sentir as estocadas até o fundo. Aquilo me deixa maluca.

Foi só quando gozei que ele me virou, e me penetrou com mais força e então gozou sobre meus seios.  Eu estava sem palavras quando terminamos e ele também não parecia estar interessado em falar.

Ele apenas me abraçou e ficou brincando com as pontas de seus dedos sob a minha pele que se arrepiava, ficamos assim durante mais alguns minutos até que caímos no sono.

Camisola Azul

Quando acordei  ele não estava mais lá. Minha camisola azul, que ele rasgou em meu corpo jogada no chão, é a única coisa que me faz ter certeza de que não estava sonhando.

 

 

Cinema homo – A Liberdade sexual

A liberdade sexual vem ajudando a quebrar estereótipos e preconceitos em relação a produções homossexuais

 Já tratamos algumas vezes sobre o quanto a liberdade sexual vem abrindo portas para novas experimentações, quebrando alguns paradigmas, e investindo, tão somente, na busca do prazer e sua felicidade acometida.

A internet, é claro, é uma das grandes responsáveis por toda essa transformação, seja através da tamanha facilidade das redes sociais, disponibilizadas, de uma forma ou de outra, para facilitar o processo de conhecer uma pessoa, ou da grande variedade de artifícios que possibilitam uma troca de experiências, entre seus usuários, como um chat com webcam, por exemplo.

Todos esses subterfúgios auxiliam fornecendo uma base de conhecimento mais sólida da que tínhamos há décadas atrás, quebrando milhares de preconceitos e abrindo nossas mentes para o novo, tal como nunca foi feito. A aceitação, gradual, mas não impossível, de homossexuais e travestis vem ganhando seu espaço, por exemplo, seja na televisão, como o tão amado personagem Félix, da novela da Globo, ou então nos filmes, sejam eróticos ou não.

E nesta sexta-feira (11), é isso que o TeVejo pretende mostrar. Para o evento “Azul é a cor mais quente”, as mulheres do chat foram convidadas a participarem vestindo azul, isso tudo como uma forma de preliminar para o show Bi, que acontece no mesmo dia. O evento agendado foi nomeado em referência, é claro, ao filme francês que está tão em alta, no qual duas meninas protagonizam cenas de amor e sexo, sem medo de ser feliz.

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Azul é a Cor Mais Quente, 2013

Agora, é perceptível quanto o cinema mudou ao longo dos anos, assim como a geração de conteúdos que ele proporciona. A temática homossexual passou a ter força em grandes obras cinematográficas, seja ela hollywoodiana ou não, a cargo de O segredo de Brokeback Montain, lançado em 2005, no qual é abordado todo o drama da paixão entre dois rapazes do Oeste dos Estados Unidos.

Grande premiado, vencendo o Leão de Ouro no Festival de Veneza, assim como o BAFTA, Globo de Ouro e Independent Spirit Awards, o filme que tem direção de Ang Lee, também recebeu o maior número de indicações no 78° Oscar, ganhando três dos oito prêmios. Além disso, Brokeback Mountain conquistou o oitavo lugar na lista dos filmes românticos de drama de maior bilheteria de todos os tempos.

Vemos aí a grande mudança, não? Um cinema independente, que trata da homossexualidade, grande tabu para alguns até hoje, foi o grande homenageado naquele ano. Mas esse filme não é o único.

São diversas produções que visam abordar da melhor forma possível a temática, livrando preconceitos e dando espaço para essa que, pode-se chamar, minoria. Porém, não precisa ser internacional para fazer sucesso.

Flores raras e Tatuagem, por exemplo, são dois filmes brasileiros que abordam os pormenores das relações homossexuais.

 

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Flores Raras 2013, O Segredo de Brokeback Mountain 2005 e Tatuagem 2013.

No primeiro, lançado em 2013, é abordada a história verídica de amor entre a poetisa americana Elizabeth Bishop e a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares. Já o segundo, também de 2013, ambienta o Brasil da década de 78, mostrando o amor de Clécio e o soldado Arlindo Araújo, e travando uma batalha contra a moral e os bons costumes pregado pela ditadura militar.

Outro filme que está muito bem cotado e já apresenta ótimas críticas em relação é Hoje eu quero voltar sozinho. Também nacional, o longa-metragem foi baseado no curta Eu não quero voltar sozinho, tratando sobre a descoberta de sentimentos de Leonardo, adolescente cego, por Gabriel.

A exemplo desses e, é claro, faltando outros milhares de filmes que também abordam o tema, o cinema homossexual hoje está entrando em pauta e, mais que isso, fazendo sucesso, conquistando seu espaço nas mídias e sendo melhor aceito por todos. Para que o cenário continue crescendo, é necessário que todos os preconceitos sejam quebrados, que as mentes estejam mais livres e o sexo seja interpretado por cada um como forma de amor, independente de quem se trata.

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E pra quem curte, um esquenta para o show de sexta!

Fetiche para apimentar a relação

Independente se a pessoa tem a sexualidade aflorada ou é mais tímida, é impossível dizer que exista uma ou outra pessoa que não tenha um único fetiche ou uma vontade secreta, por mais que a mantenha escondida a sete chaves.

        fetiche-cinta-ligaDe acordo com o dicionário, o fetiche é o interesse sexual por alguma parte do corpo do parceiro, alguma função fisiológica, peça do vestuário, adorno ou situação que diferem do clássico sexo mamãe e papai que a maioria da sociedade está acostumada a fazer.

        A realização dessas vontades, sejam elas estranhas ou não, pode trazer uma experiência sexual muito mais intensa para o casal, afinal, por conta da cumplicidade e também da vontade em ambos realizarem aquilo, apimentando a relação.

        Dentre essas vontades, existe uma ou outra que pode chegar a ser bizarra, como o interesse pelos excrementos do parceiro ou até mesmo os pés, um pouco mais leve. Visto essa diferença toda, muitas pessoas acabam não tendo coragem de admitir esses gostos, trocando experiências somente com outras pessoas que compartilham da mesma vontade.

        Um dos fetiches mais comuns é a utilização de vídeos, seja através de chats online com webcam ou a conhecida sex tape.

É normal, principalmente para os homens, assistirem a filmes pornôs para se excitarem. Imagina assistir ao próprio sexo? Nessa hora, deve-se, claro, tomar muito cuidado, afinal, nas mãos erradas, esse vídeo pode trazer muitos problemas.

fetiche
fetiche

A mesma coisa acontece com os chats que oferecem bate-papo adulto com o serviço de webcam. O público consegue, através do computador, realizar esse fetiche de através de vídeo ver striptease online, assim como outras cenas mais calientes que podem ir rolando na hora.

São fetiches leves se comparado a outros muitos. Segundo pesquisar, ganhando da gravação do sexo, o fetiche de submissão e dominação é um dos maiores, tanto para homens quanto para mulher. Os papeis, claro, acabam variando. Algumas mulheres podem querer dominar, tomando todas as decisões durante o sexo ou o homem acabam levando tudo, prendendo a parceira com algemas, vendando-a e provocando seus sentidos.

Relativamente próximo a submissão/dominação, o sadomasoquismo, ou SM, é o sexo onde a dor é inclusa. Para infligir, pode-se usar qualquer tipo de material, como chicotes, roupas de couro, pregadores com choque, cera de vela quente, entre outros mais pesados. Para esse fetiche, é claro, é necessário muito cuidado e a confiança para que a prática seja realizada de forma segura.

Proibido é mais gostoso? Imagine se tiver o medo de ser descoberto junto? Outro fetiche comum é o sexo em lugares público, tornando qualquer rapidinha em uma aventura, além de proporcionar um prazer intenso e fortalecer a cumplicidade do casal.

Existem esses e vários e outros fetiches, de níveis mais leves e também mais intensos. É ótimo saber, claro, que para se realizar qualquer tipo de fetiche, mesmo sendo mais leve, é necessária uma cumplicidade entre o casal, confiança e respeito para que não haja nenhum problema posteriormente.

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Sempre que tiver alguma vontade de realizar algo que tende a ser mais estranho, é bom pesquisar, assistir filmes sobre o assunto e conversar com seu parceiro(a), para que não haja nenhum problema na hora H, afinal, quando um não quer, dois não fazem.

E você? Já realizou algum fetiche? Tem vontade de algum? Conte-nos aí abaixo, nos comentários! 

Do virtual para o real

Algumas histórias de casais que se conheceram na internet e hoje ainda estão junto

Flores. Jantares. Conhecer a família. Sexo depois do terceiro encontro. Esses comportamentos descrevem como nossos avós, ou talvez bisavós, paqueravam e conquistavam seus parceiros, há mais de cinquenta anos. Naquela época, vivia-se em uma sociedade careta e desinformada, onde o gosto pelo sexo e o próprio sexo como forma de prazer, eram práticas condenáveis. Entretanto, atualmente, esse panorama vem mudando com grande rapidez devido à evolução tecnológica e à aceitação do sexo como forma de prazer e bem-estar.

Com a chegada dos computadores e da internet e, por consequência, a invenção das redes sociais e salas de bate-papo, qualquer contato entre duas pessoas pode ser intermediado sem nem mesmo sair de casa. Fazer amizade com aquela pessoa que gosta da mesma banda de rock que você, mas mora em outra cidade, ou então conhecer um grupo que pratique vôlei todo domingo no bairro vizinho; tudo isso a internet disponibiliza para seus usuários.

Além disso, para os mais tímidos ou os que procuram outra forma de contato aquém à amizade, essas ferramentas podem ser muito úteis. O surgimento expansivo das redes sociais, bate-papos, diversos sites especializados em paquera e relacionamento, deixou a tarefa árdua e criteriosa, antes digna somente dos menos tímidos, nas mãos de todos que souberem utilizar essa poderosa ferramenta.

Cláudia e Marcelo, Sofia e Juliana, Carla e Ana. Esses casais (e muitos outros espalhados pelo Brasil e mundo) tem algo em comum; todos eles se conheceram através da internet.

As histórias

Cláudia Lopes, curitibana e advogada, contava com 30 anos quando conheceu Marcelo Pires, paulista de 31, homem por quem se apaixonaria e viria a casar, mudando-se para São Paulo logo depois. Conheceram-se através da findada rede social Orkut, “entrei na minha página um dia e tinha o pedido de amizade dele. Achei-o um cara atraente, e além do mais, tínhamos alguns amigos do grupo de moto de meus pais em comum.”, conta ela.

Passaram a conversar todos os dias, fosse através do MSN ou do Orkut. A primeira coisa que Cláudia fazia ao chegar em casa do serviço era ligar o computador, ver se tinha alguma mensagem dele direcionada para ela. Apesar de todo o encanto que foi surgindo, a advogada ainda considerava ser somente amizade, afinal, Marcelo era um cara casado.

“Com o passar das conversas, ele me contou que estava apaixonado por mim e que queria me encontrar. Não acreditei de início, pois o que tem de homem casado que inventa a desculpa de um mau relacionamento a fim de dar uma escapada.”, confessa Cláudia. Ela deixou claro que não iria se relacionar com um homem casado e que só conversaria com ele após o divórcio.

Uma semana depois, Marcelo chegou com a novidade: estava se separando. Foram dois meses entre conversas pela internet até se conhecerem pessoalmente. Ele veio para Curitiba vê-la e depois de 14 encontros, resolveram morar juntos para encurtar toda a distância de estados.

Para Cláudia havia muitas expectativas em relação ao conversar de frente, tocar, beijar, porém, o medo também era grande. “Eu tinha medo dele não ser uma boa pessoa, medo do cheiro, do beijo ou dos corpos não baterem. Medo de ter perdido tempo.”.

A advogada relembra que os amigos a achavam louca. Não entendiam como ela poderia passar as noites de sábado na frente do computador conversando com uma pessoa que nem conhecia, estar apaixonada por alguém que morava em outro estado e nunca tinha visto na vida.

Hoje, Cláudia e Marcelo estão casados e já faz sete anos. A advogada se mudou para São Paulo e lá passou a trabalhar como consultora, além de dar cursos Brasil a dentro. Ainda não tiveram filhos (Cláudia já tinha um do primeiro casamento), somente alguns adotados caninos, e vivem felizes, apesar das brigas costumeiras de todo casal.

Sofia e Juliana vivem o amor virtualSofia e Juliana tiveram praticamente a mesma história. Também eram de estados diferentes e, coincidentemente, a primeira de Curitiba e a segunda de São Paulo.

Quando tinha 14 anos, Sofia começou a se questionar acerca de sua sexualidade. Estava confusa, cheia de dúvidas que todo adolescente passa, e para cessar essa confusão, passou a escrever em um blog a fim de, quem sabe, encontrar algumas respostas. Com o tempo, passou a ter contato com outras meninas que tinham as mesmas dúvidas, os mesmos questionamentos, e nesse mesmo ambiente, acabou conhecendo Juliana.

Apesar de não ser lésbica, Ju (como chama carinhosamente Sofia), acabou se apaixonando pela curitibana de uma forma inexplicável. “Ela se apaixonou por minhas palavras, afinal, nem foto tinha visto minha. Por isso foi um encantamento diferente, não tinha contato físico ou qualquer interesse estético”, conta a Designer de 26 anos.

Conversaram diariamente, apesar do alto custo do acesso à internet na época em que começaram a manter contato. Ju comprou uma webcan para aproximarem-se o máximo possível. Algum tempo depois, a paulista veio visitar Curitiba, mesmo com todas as dificuldades e sem ninguém entender o desespero da menina de querer vir à capital paranaense.

Segundo Sofia, o romance foi um pouco complicado. “Não tínhamos onde ficar, como nos vermos, contas de telefone altíssimas, computadores divididos com os irmãos, uma verdadeira batalha diária. Mandávamos cartas via correio, presentes; era delicioso e perturbador tudo isso.”

As meninas haviam construído um amor tão grande virtualmente que o maior medo era não ter a mesma força quando viesse para a vida real. Isso de fato aconteceu nos primeiros encontros, “online ela (Ju) conversava muito comigo, mas quando nos encontrávamos pessoalmente, emudecia. A certeza e segurança do virtual nem sempre adquire espaço no real.”, desabafa Sofia.

Hoje já faz dez anos que estão juntas, entre vindas e idas, dignas de todo casal. Não moram juntas ainda, mas de acordo com Sofia, já pensam em casar, porém, só não o fizeram por conta dos respectivos estudos e empregos.

É amor real, mesmo que virtual

A ausência de contato físico é uma das principais dificuldades enfrentadas por casais que começam seus relacionamento pela internet. Sofia afirma que nesse tipo de namoro, a conquista se dá pelas palavras, por um conteúdo que precisa vir com força para a superfície. “A internet também possibilita falar muitas coisas que, por vergonha ou medo, jamais falaríamos pessoalmente.”

Para Ana, 25, a maior dificuldade é trazer para o real toda a intimidade criada virtualmente, é continuar na mesma sintonia. A professora também conheceu Carla, sua namorada, pela internet, através de um grupo fechado no Facebook.

Carla relata que teve medo de se encontrar e não ser nada daquilo que viviam pela internet, das conversas não fluírem ou de, de repente, não haver interesse em continuar. “Ainda bem que isso nunca aconteceu, muito pelo contrário, se eu pudesse vê-la todos os dias ou em vários momentos do dia, eu veria.”, se declara a jornalista.

Além do mais, a internet pode realmente ajudar de várias formas, uma delas é o caso de pessoas mais tímidas. Para Carla, esse contato preliminar pode contribuir para quebrar o gelo na hora do tão esperado encontro. Já Ana afirma que, por conta do meio eletrônico, a pessoa já pode encontrar outra que tenha interesses em comum.

Sofia exalta que outro ponto preponderante para o uso da internet é a facilidade de se conectar e desconectar com um click, coisa que no munda real não é tão simples. “Não quer mais? Desconecta e segue a rotina. É um mundo paralelo, frágil.”

Nesse tipo de relacionamento, há também o medo da pessoa do outro lado não ser exatamente a que se espera. Sabe-se de diversos crimes que já aconteceram com pessoas que decidiram se encontrar depois de alguns dias conversando pela internet. É perigoso, mas inevitável. O necessário é cuidar com as informações que são passadas, sempre levando em conta que a pessoa pode não ser quem se espera.

“Para evitar algum problema, é melhor se encontrar em lugares não muito reservados, tentar obter informações sobre a pessoa, informar amigos sobre o relacionamento, não passar endereço, se proteger. Afinal, toda cautela é válida.”, são as dicas de Sofia.

Cláudia também afirma que é necessário dar um pesquisada sempre, contatar amigos e, principalmente, manter os pés no chão.

Quem não quer um Christian Gray?

A quebra de tabu de 50 tons de cinza serviu para revelar que as mulheres gostam sim de sexo e estão dispostas a tudo por prazer.

Christian Gray é pura inspiração

Nesta sexta (14), o site de bate papo adulto com webcam, o TeVejo vai participar de um encontro virtual diferente. É o 50 tons de rosa, no qual as meninas usarão somente roupas na cor rosa ao entrarem na sala do chat. O nome do evento foi propositalmente escolhido para servir de referência ao Best seller mundial, 50 tons de cinza, tão popular entre o sexo feminino e também uma das referências de liberdade sexual ao desmistificar o sexo para a mulher no que diz respeito ao âmbito da literatura e, em breve, do cinema.

O livro de E. L. James, escrito inicialmente em formato de uma fanfiction (ficção criada por fãs) da série Crepúsculo, representa a figura da mulher na personagem Anastasia, uma tímida garota que se vê apaixonada pelos mistérios e encantos do atraente e maduro Christian Gray. Porém, durante o envolvimento dos dois, Anastasia tem de lidar com uma coisa nunca imaginada antes. Sexo, muito sexo e também uma nova experiência; o masoquismo.

Christian Gray, bem sucedido e bilionário, é controlador e, por conta de um trauma de infância, desenvolveu um comportamento sexual que para muitos ainda é considerado tabu; ele sente-se sexualmente excitado ao infligir dor às belas mulheres com que dorme, tudo durante o ato.

Anastasia se vê divida entre a inocência de um amor e o prazer e orgasmos que tem em sua relação com Christian Gray, a ponto de entrar em conflito consigo mesma. Esses questionamentos continuam até que a moça compreenda que o sexo, se feito com uma devida intimidade, pode ter várias faces, não só o clichê arroz e feijão.

O grande público estremeceu com as muitas cenas detalhadas de um sexo masoquista, novidade para a área literária de grande porte. As mulheres, desde as mais novas e solteiras, até donas de casa casadas, aquelas que vivem sob o estereótipo do sexo papai e mamãe, foram as maiores atingidas ao experimentar nessa outra esfera apresentada, a sexualidade feminina. Prova disso está na história de vida da autora do livro, mulher madura, dona de casa e mãe de dois filhos adolescentes.

O lançamento e furor do livro trouxe um baque entre a população. Críticas e muitos elogios, e uma série de fãs loucas para virarem as próximas Srtas. Christian Gray. O sexo, diga-se de passagem, não convencional, finalmente, saiu de dentro das quatro paredes e atingiu todo o mundo e as mulheres, aos poucos, foram se sentindo mais seguras para afirmar “eu gosto de sexo e quero coisas novas”. Não se falava de outra coisa nos grupos de amigas.

Nos livros

A mulher passou a ter espaço no mundo desde o dia em que queimou sutiã, vestiu um biquine e começou a votar, igualando-se em relação aos homens no que diz respeito a muitos direitos civis. Porém, mais demorado foi a libertação sexual do sexo feminino, considerado até hoje por alguns, o sexo frágil.

“É isso que livros como 50 tons de cinza trazem. Essa quebra de estereótipos de que a mulher não pode gostar de sexo.”, comenta Priscila Bourbon, 40 anos, apaixonada por Christian Gray e que afirma topar tudo entre quatro paredes com seu marido. Para ela, esse tipo de abordagem que vem sendo feita no cinema e na literatura apresenta uma legião de fãs de mulheres bem resolvidas, dispostas a assumir riscos e buscar novas experiências.

O boom instantâneo da publicação gerou uma leva de outros autores e inspirou também o cinema. Sylvia Day foi outra autora que ganhou destaque entre as obras eróticas. Sua série de livros, Crossfire, já se tornou Best seller e teve os direitos comprados para ser transformada em um seriado de televisão. Ela é outra que aproveita o espaço literário para dar vazão a toda a sexualidade que pode ser vivida entre um casal, afirmando, inclusive, que um bom romance, sem sexo, não é tão bom assim.

Christian Gray assim como Bruna Surfistinha é sucesso na literatura eróticaRaquel Pachecho, ou Bruna Surfistinha, como é mais conhecida do público brasileiro, não fica para trás das autoras internacionais. Com seu primeiro livro, O doce veneno do escorpião, um relato de sua vida como garota de programa, a ex-prostituta e ex-atriz pornô foi publicada em mais de 30 países e ganhou notoriedade no mundo todo, vendendo os direitos para a produção de filme, que foi protagonizado por Déborah Secco. Hoje ela já está em sua terceira publicação e não deixa de lado a parte erótica de suas histórias.

Nas telinhas

Christian Gray desperta a imaginação e abre portas para o cinema erótico

No cinema, 2013 foi o ano de ouro para os filmes que retrataram o erotismo. Lançamentos como Ninfomaníaca, do diretor Lars Von Trier e Azul é a cor mais quente fecharam o ano com chave de ouro, sendo, inclusive, grandes premiados.

No primeiro, Trier, muito conhecido por seus filmes polêmicos, traz um diário da vida e o dia a dia de uma mulher viciada em sexo, com direito a muitas cenas explícitas. O filme, que tem duração de cinco horas, foi divido em duas partes. O diretor garante que a segunda parte estará nos cinemas ainda em 2014.

Azul é a cor mais quente, do franco-tunisiano Abdellatif Kechiche, foi ovacionado nos maiores prêmios, ganhando, inclusive, o Palma de Ouro no Festival de Cannes. Retratar a história de amor entre duas meninas, com direito a três horas de filme, sexo lésbico e cenas caliente, como um take de sexo entre as protagonistas, com mais de seis minutos.

O último, mas não menos importante, foi Jovem e bela, do francês François Ozon, contando a história da linda Isabelle, de 17 anos, que se prostitui em hotéis de Paris nos intervalos entre as aulas do colégio. Ozon traz, além do fato da menina de classe média precisar do dinheiro, o prazer que encontra ao submeter-se a tipos variados de sexo e homens mais velhos.

A mudança

Os meios são claros. A literatura e o cinema são apenas mais duas ferramentas que vem provando ao mundo todo a quebra de tabus em relação ao sexo, principalmente no que diz respeito a sexualidade feminina. Com tamanha força, estão cada dia mais ganhando espaço no cenário cultural e adquirindo uma legião de fãs.

As mulheres estão mais abertas a conteúdos eróticos, prova disso são as diversas faces do erotismo que a internet possibilitou. Mulheres que ganham a vida como camgirls, as que abusam e usam de toda sua libido para se exibir e ganhar admiradores em salas de bate papo com webcan, outras que preferem fazer vídeos pornôs e, enfim, as que não tem nenhum preconceito em experimentar; experimentar o sexo com paixão ardente, latente, acesa, que corre nas veias femininas assim como nas masculinas.

Vivemos no século da experimentação, da libertação do corpo feminino. Nascemos mulheres com mentes mais abertas e, aos poucos, isso deixará de causar certo estranhamento, que infelizmente ainda o causa, tornando-se cada dia mais comum.

Por Aurora B. (fotos: reproduções do google).