A química perfeita

É muito comum alunas se apaixonarem por seus professores, mas, diga-se de passagem, até então eu era daquelas que discordava disso, afinal, sempre vi os professores como chatos repressores.

Talvez pelo fato de adorar conversar com os coleguinhas durante a explicação, porém, modéstia a parte, sempre tirei boas notas, era daquelas que pegava a matéria rapidinho, então, nem me importava em não prestar atenção.

Até que certo dia, toda essa implicância com esses seres graciosos que nos transmitem seus conhecimentos passou a ser admiração, mesmo que por apenas um deles.

Meu professor de química ele era lindo, totalmente apaixonante, tinha um físico que mais parecia ser professor de educação física, era alto de olhos claros e seus cabelos dourados e lisos caíam em seus olhos, tanto que volte e meia ele dava uma jogadinha de cabeça para o lado para conseguir enxergar melhor e isso para mim era muito charmoso.

Ele era muito brincalhão, fazia piadas e talvez por ser jovem, conseguia prender a atenção da turma numa boa, sem falar que tinha uma didática excelente, conseguia com que todos entendessem a matéria com uma facilidade imensa.

E é lógico que com tantas qualidades, eu não era a única que me apaixonei perdidamente por ele, nunca vi tanta menina se interessar por química como naquele ano. A diferença é que eu era a única aluna que era maior de idade naquela turma. Será que era vantagem?

Eu mesma fazia questão de ir a sua mesa todas as aulas, mesmo que não tivesse dúvidas, eu as criava em um instante apenas para ter o prazer de admirar mais de perto aquele deus grego.

O ano letivo foi passando e confesso que minha paixão por ele me tornou uma aluna exemplar, porém, sempre que podia dava umas candatinhas indiretamente, afinal, ninguém é de ferro e eu sempre fui atirada, timidez nunca foi meu forte.

No final do ano, eu já estava subindo pelas paredes, era muito difícil querer e não poder, além do que, eu sonhava com ele quase todas as noites e confesso que eram sonhos muito picantes.

Faltando alguns dias para as férias escolares, eu temia por não tê-lo como professor no ano seguinte ,por isso decidi que eu pegaria aquela delícia por toda lei (e quando eu coloco algo na cabeça, meu amigo, acho que só com lavagem cerebral pra tirar, e olha lá).

É claro que nessa altura do campeonato meu lugar já era na primeira carteira quase que colada na mesa dele, mas eu percebia que apenas tirar dúvidas não estava me rendendo nada no jogo da sedução.

Foi quando resolvi apelar para o plano B, e partindo do princípio que homens são muito levados pelo carnal, comecei a usar roupas mais ousadas.  Como tenho um belo e grande par de peitos, abusava dos decotes e às vezes prendia os cabelos, tudo para dar mais evidência ao que ele tinha que olhar, no caso eu.

Quando ia tirar dúvidas, fazia questão de me curvar ao máximo em sua mesa, quase que colocando meus seios sobre a mesa como se tivesse os oferecendo e dizendo “Mama que é seu, seu gostoso”.

Eu podia perceber sua aflição na tentativa de disfarçar o olhar, mas meu decote era como imã para seus olhos e quando eu percebia que ele estava me olhando, eu já podia sentir minha calcinha encharcar.

Sempre que podia, puxava assunto sobre sua vida pessoal, o que fazia e o que gostava de fazer. Ele sempre muito gentil conversava comigo, às vezes era nítido que ficava meio envergonhado, pois é óbvio que ele sabia que eu era a fim dele, também, eu não fazia questão de esconder.

Os dias se passavam, o final das aulas estava cada vez mais próximo, e o máximo que eu tinha conseguido era arrancar alguns sorrisos daquele gostoso. Comecei então a ir de saia, adotei um estilo colegial, usava sainhas curtinhas com meias altas e camisa, lógico que os botões abertos e fazia questão de abrir as pernas só para mostrar a calcinha.

Sammy Cat, camgirl do CameraHot vestida de estudante
Sammy Cat, camgirl do CameraHot

Certo dia, resolvi ir sem calcinha e quando ele sentou em sua mesa para fazer a chamada, eu comecei acariciar suas pernas com meus pés, em um movimento de sobe e desce.

Ele ficou todo vermelho, não podia acreditar que eu estava sendo tão ousada, porém, não falou nada, só deu um sorriso de canto daqueles com carinha de safado e eu só agradeci por estar sem calcinha, pois ao contrário daria pra torcê-la.

Enquanto ele explicava a matéria, abri as pernas delicadamente como se fosse apenas cruza-las e tive sorte por ele olhar na minha direção e perceber que eu estava sem calcinha, então, se ele tinha alguma dúvida quanto ao meu interesse por ele, ali ele não tinha mais.

Naquele dia ia rolar um saral na escola, então, não teríamos as duas últimas aulas. Eu teria grandes chances de conseguir o que eu queria e adivinha? Foi batata!

Ao terminar a aula, todos saíram menos eu, é claro, me levantei e bem descarada fui à sua mesa com meu caderninho, sem saber ao certo o que eu perguntaria, mas comecei dizendo:

– Professor Jonas, eu estou precisando…

E antes que eu concluísse a frase, ele já completou

– Eu sei bem o que você quer dona Julia

– Sabe? Então o que é?

– É isso não é?

Me agarrou, me jogou contra a porta que se fechou fortemente, me segurou pelo pescoço e me lascou um beijo daqueles de tirar o fôlego. Por um momento eu podia ouvir o barulho de fogos de artifício em comemoração a minha conquista.

Enquanto ele me beijava, acariciava minhas pernas de baixo pra cima, passando por todo meu corpo até alcançar em meios seios que já estavam com os biquinhos duros de tesão.

Em um momento de lucidez ele me soltou e disse “Você me deixa louco, olhe o que estou fazendo!”

– Você é que me deixa louca prof. Não imagina há quantos dias eu sonho por isso. Relaxa, está todo mundo lá na quadra, ninguém vai sentir a nossa falta.

Trancamos a sala, sentei em sua mesa, abri as pernas, dei uns tapinhas na buceta e o chamei com as mãos.

– Vem gostoso, ela já está pingando por você.

Ele se ajoelhou em frente à mesa e segurando em minhas pernas abocanhou minha buceta como se fosse um sorvete, podia ver suas expressões de prazer, lambia e mordia os lábios, chupava com muita vontade meu grelinho.

Eu que não podia fazer barulho algum só respirava ofegantemente me segurando pra não gozar naquela boca macia. E quando não pude mais segurar, empurrei sua cabeça e antes que ele pudesse reclamar fiz sinal de silêncio com o dedo na boca e falei que agora seria minha vez.

Ele ficou em pé e a vez de ajoelhar foi minha. Já fui abrindo seu cinto, tirando sua calça e passando a mão em suas bolas por cima da cueca, dando uns beijinhos e fazendo uma cara de cachorra sem vergonha ao olhar pra ele.

Quando peguei aquele pau na mão fiquei muito surpresa, era o maior pau que já tinha visto na vida, mas como diz o ditado, né, “Ajoelhou tem que rezar”, fui logo abocanhando e me deliciando com aquela pica gostosa.

Ele já louco de tesão me puxou pelos braços me fazendo levantar e ao me pegar no colo me colocou sentada em sua mesa novamente, abriu minhas pernas e meteu cada centímetro daquele cacete em mim. Eu podia sentir minha buceta toda melecada, eu estava no auge da excitação.

Afinal, eu estava realizando meu sonho e fodendo gostoso com o gato do meu professor, enquanto ele socava delicadamente aquele pau em mim, ele acariciava minha cabeça e fazia um tour de beijinhos em meus seios e pescoço, lambia meus mamilos, chupava-os e me deixava mais louca de tesão ainda.

E ao me envolver em seus braços eu pude sentir sua porrinha quentinha inundando minha buceta e, consequentemente, eu também gozei, me tremia inteira e suava encharcando seu pau com meu licor

“Ah e como era deliciosa aquela sensação.”

Logo que terminamos já fomos nos vestindo rapidamente, até porque não podíamos ser descobertos, imagine o bafão que seria no colégio?

“Professor come aluna em sala de aula”, – não dava né.

Naquele dia nem pude participar da festa, estava tão desarrumada que até parecia que eu havia sido atropelada por um caminhão. Mas que caminhão gostoso, hein.

Fui pra casa comemorando e relembrando cada segundo da nossa transa, sem contar que o fato de ter sido na escola me deixou ainda mais feliz, pois isso já era um fetiche antigo, só não esperava realiza-lo com meu professor de química, por isso posso dizer que foi a química perfeita.

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