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Como fazer o sexo oral perfeito

Existe o oral perfeito? Existe. Mas é importante saber que ele começa antes de abaixar cuecas e calcinhas. Afinal, sexo oral não é preliminar, é sexo. E antes que o show de gemidos e contorcionismos (dele e dela) comecem, é preciso deixar as coisas pegando fogo.

Quem não gosta de um bom beijo molhado, daqueles que começa devagar e vai esquentando até se tornar aquela pegação louca? Comece por aí. Um beijo bem dado e mãos bem usadas podem mover montanhas.

Enquanto o beijo rola, acaricie o corpo dela (e), aperte, dê aquelas leves puxadas de cabelo, puxe pra perto. Use da malícia que você tem dentro do seu coração pra deixar o clima cada vez mais quente.

Aos poucos vocês vão perceber que a calça jeans só tá atrapalhando e é aí que roupas vão para o chão. Tanto o homem quanto a mulher possuem zonas erógenas (partes do corpo com mais sensibilidade) e quando bem estimulados, aumentam o tesão.

Descubra o corpo da pessoa que está na sua cama, use boca e mãos, língua, dentes e unhas e aprenda onde tocar. Você vai saber quando ele (a) estiver em ponto de bala pela excitação. Mas lembre, o tempo que leva para o homem e a mulher ficarem excitados é diferente.

Se ele está duro e ela molhada, esse é o momento de fazer implorar. Quanto mais excitado, mais a gente quer esse momento. E dar aquela provocada básica não mata ninguém, na verdade, ajuda. Brinque mais um pouco, até perceber que a pessoa não aguenta mais esperar por esse momento glorioso.

E não morra na praia. Não tem nada mais frustrante que toda aquela expectativa e, na hora, não sentir nada. O fogo apaga e a brincadeira perde a graça. Como evitar esse afogamento? Tudo começa pela intenção. Não tenha nojo, porque uma pessoa que se abriu pra você no sexo, espera que você dê seu melhor. É uma via de mão dupla, quanto mais prazer você der, mais vai sentir.

Vá com sede ao pote, mas siga sempre os sinais. Nosso corpo fala e os sinais são claros quando algo está bom ou não. Observe sempre. Tanto no oral nele quanto nela, boca e mãos sãos grandes amigos.

Comece devagar, teste movimentos com a língua, intensidade das chupadas. Por causa da irrigação sanguínea, o clitóris e a cabeça do pênis ficam sensíveis de uma forma deliciosa. Mas cuidado com a violência, pois também pode machucar.

Não economize na saliva. Quanto mais babado, melhor. Não tem pessoa que não pire numa língua quentinha e molhada na hora do oral. Quando dizemos que a mão é aliada, é aqui que ela entra.

No parceiro, segure o pênis com vontade (e não força, tá?) e mostre que você sabe o que está fazendo: intercale a chupada com uma punheta e acaricie as bolas.

Na gata use os dedos, acaricie deslizando os dedos por fora e por dentro e seja ousado acariciando o ânus (vai que ela gosta, né, e é aí que você descobre).

Siga todos os passos, intercale com olhadas safadas e sorrisinhos dos tipo “você gosta, é?” enquanto aumenta a velocidade gradualmente. Então é só curtir os louros da vitória vendo ela (ou ele) gozando pra você.

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