Conto Erótico: Uma Foda para Recordar

Todo mundo tem aquela pessoa que te marca na cama. E eu tô falando daquela pessoa que não importa quanto tempo passe, você precisa confessar pelo menos pra si mesmo que já se masturbou algumas vezes recordando daquela foda.

E hoje vim aqui falar da minha pessoa. E caralho, que pessoa. Eu conheci ele num desses aplicativos aí de relacionamento e tudo começou com uma boa amizade.

Ele passou a frequentar a minha casa, víamos filmes juntos, bebíamos e falávamos merda, mas na hora de dormir, era cada um pro seu canto (eu no meu quarto, ele na sala). Até a noite em que ele veio bater na minha porta alguns minutos depois da gente se despedir.

“Eu queria te perguntar algo”, ele disse meio sem jeito, “eu posso te dar um beijo?”. Meu coração deu uma vacilada que fez meu corpo gelar. Eu, burra, desconversei. Disse que tava cansada, tinha que trabalhar cedo no dia seguinte. E me arrependo, porque eu devia simplesmente ter puxado ele pro meu quarto na mesma hora, se eu soubesse antes que ele ia se tornar “aquela pessoa”.

Alguns dias depois eu decidi convidar ele pra dormir na minha casa e ele prontamente disse sim. Naquela noite, estávamos deitados na minha cama ouvindo música e conversando. De canto de olho eu vi ele se aproximar e ali eu sabia que era vai ou raxa, agora ou nunca. E eu optei pelo agora. Bruscamente virei de frente pra ele, pondo a perna por cima da dele. Ele entendeu o recado, segurou minha bunda com força e me puxou pra mais perto. A gente começou a se pegar e ele tinha exatamente o beijo que eu gosto: molhado, intenso e com bastante língua.

E essa mesma língua, naquela noite fez o que nenhuma outra tinha feito antes. Não da forma como ele fez. Conforme a gente ia se pegando, fui ficando completamente arrepiada com a mão dele que sabia onde apertar, onde arranhar, onde segurar. E do oral, eu só lembro da sensações que aquela língua me causavam e que eu tremia, suava e gemia. Na minha vez de retribuir, gostava de ver ele se contorcendo e ouvir aqueles gemidos roucos. Isso me deixava cada vez mais excitada.

Na hora da foda, foi o ápice. A gente fez o máximo de posições que dava e minha cama aguentava, até eu pedir pra ficar de quatro. Ele agarrou meu cabelo por baixo, cravou os dedos no meu quadril e começou a estocar. Eu pedia pra ele me bater e ele batia, pra me xingar e xingava, e ambos gemiam alto de tanto tesão. Quando ele disse que ia gozar, pedi pra que fosse nos peitos. Aquilo excitou ele tanto, que começou a meter mais forte até pedir pra eu segurar meus peitos que ele ia gozar neles.

Foi uma foda inesquecível, que rala e rola eu lembro no chuveiro. E confesso que ainda guardo a foto que eu tirei dele me encarando enquanto me chupava, rs.

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