Conto erótico do TeVejo — A alameda

Oi, gente! Estive sumida um tempo, mas voltei para deixar com você outro conto erótico bem safadinho hehehe

Conto erótico

A alameda

Sempre gostei do ar livre. Respirar em volta das árvores era um dos meus grandes hobbies. Mal começou o sábado e fui até o parque para aproveitar dos bons fluídos, porque em cidade grande esse é o mais perto que conseguimos de natureza.

Tá certo que o sábado pra mim não começa tão cedo, então já estava perto da uma da tarde quando finalmente tomei um espacinho para mim no meio do matinho urbano. Desisti faz muito tempo de chamar a galera para ir comigo. Sendo assim, comecei a conhecer pessoas naquele jardinzão público. Esta é uma das histórias onde encontrei alguém que jamais esquecerei.

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Não sou de meditar, nem nada. Só gosto de passar umas horinhas em companhia das cores da natureza. Amo tanto o verde do verãozão quanto o vermelho amarronzado das quedas do outono. Era uma época multicolorida, era a época das flores desabrocharem. Dizem que na primavera, o amor está no ar.

Não sei quanto ao amor, mas um sexo gostoso vai bem em qualquer estação do ano. Quando o vi, estava a uns quatro passos de mim. Estranho não ter batido o olho naquele monumento antes, a camiseta de tom berrante deve ter se misturado com o saturado do ambiente.

Um cara de iniciativa, gosto assim. Disse:

— Olá, te vi sozinha e fiquei um tempo me perguntando “será que ela quer companhia?”. Bom, não tinha outro jeito de saber que não vindo aqui pra ver.

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Ah, e que companhia agradável que foi! O papo rolou bem, rolou até o final da tarde. Estava tão entretida na conversa que nem me lembrei de que não tinha almoçado. Tanto fazia, estava curtindo o momento.

As pessoas estavam de saída do parque, a noite se aproximava, o céu estava começando a dar os indícios alaranjados do adeus da tarde. Cheia de más intenções, o atraí:

— Você conhece a alameda?

— Não.

— Ela fica escondidinha ali nos fundos, quase ninguém conhece. Acho que nem os vigias têm muita noção da existência dela.

Pensei comigo: “Ah, é com esse homão da porra que desvirgino essa alameda”. Fui na frente, rebolando tanto quanto possível a minha bela bundinha apertada naquela calça de ioga. Tadinho, ele mordeu a isca fácil, não conseguia tirar o olho das minhas curvas.

O passeio pelo caminhozinho repleto de folhas estava agradável, mas a atitude de quando ele me chamou para conversar parecia ter ficado no passado. Timidinho? Tudo bem! A gente dá um jeito.

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Arrebitei até o céu esse bumbum que deus me deu para pegar uma folhinha qualquer. Os olhos dele me devoraram. Nem precisei fazer a pantomina de examinar a folhinha, já mandei logo:

— Gostou do que está vendo?

Ele ficou sem palavras.

— Claro que gostou! Vem aqui sentir então… — eu disse.

Ele veio. Quem não viria?

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A pegação em seguida foi natural. Claro que foi. Estávamos no meio daquele pequeno recanto de natureza no meio da cidade… Acho que o ambiente ajudou. Foi selvagem também. Não perdi tempo, depois de uns beijos quentes fui me deliciar com aquele volume que estava em suas calças.

O zíper abriu e vi um pênis que em nada deixava a desejar. Só me enchi mais de desejos. Chupei gostoso.

Depois era a vez dele. Ele abriu minhas pernas, puxou as minhas calças e fez o melhor cunilingus da minha vida. Não tardou muito para eu ter o primeiro orgasmo do meu dia.

Estava na hora da transa, então foi folia no matagal. Praticamos todas as posições do kama sutra. Tá bom, nem tanto. Mas demos umas variadas bem gostosas.

Até que ele me botou de quatro e ninguém mais aguentou. Enquanto eu gemia sem parar na minha segunda gozada — benditos orgasmos múltiplos! —, ele tirou de dentro e encheu minha bunda de sêmen. Que sensação deliciosa!

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