Conto erótico: O dia que ele me pediu um fio terra

Oi, pessoal! Tem um bocado de tempo que não mando meus contos por aqui. A vida anda agitada. Tenho feito mais sexo do que falado sobre. O que, no fim das contas, é bom. Ainda assim, hoje quero trazer uma situação que me foi meio chocante.

Não, não. Eu não faço e nunca fiz trabalhos de eletricista. Posso ser uma mulher elétrica, mas não sei mexer com força. Ou será que sei? O ponto é: conheci um gato que me pediu algo pra lá de diferente e hoje vou contar essa história.

Para começar, lá estava eu na academia nossa de todo dia. Corpo são, mente sã, já diziam os filósofos. Enquanto estava na bicicleta ergométrica bati os olhos em um baita de um homão da porra.

Cabelo preto que começava a ficar grisalho, quase 1,90, nenhum sinal daquela barriguinha que insiste em nascer quando os 40 vão chegando. Ele estava na esteira já há algum tempo e não parecia nem ter começado a ficar cansado. Que fôlego! Gosto assim.

Não demorou até que ele percebesse meu olhar. Ou talvez tenha demorado, não sei quanto tempo fiquei encarando aquele belo exemplar. Mal que ele me espiou, não consegui conter um sorrisinho. Meus olhos diziam “vem”, minha boca dizia “sim”.

Minha sessão diária de exercícios físicos já estava pra terminar. Saí da bicicleta e fui até o vestiário. Não parava de torcer para encontrar aquele gatão de meia idade de volta por lá. Na próxima, ele não ia escapar. Enquanto descia as escadas, escolhia qual seria a abordagem: um esbarrão inocente na lanchonete ou um pedido, cheio de segundas intenções, para revezar o aparelho.

Não precisou de nada disso. Ele estava na porta da academia fumando, como quem não quer nada. Ainda com a roupa suada de treino. Uma delícia em forma de quarentão.

Mal me viu e falou com uma cara de que sabia o que eu queria (e que era bem o que ele queria também):

— Oi, moça!

Papo vai, papo vem e você já imagina no que deu. Começou com um ”nunca vi alguém fazer pausa para o cigarro na academia” — ao que ele respondeu com “uma coisa compensa a outra”. Terminou em “na minha casa ou na sua?”.

Foi na casa dele. Uma bela escolha, porque aquele apartamento de solteirão era uma coisa de outro mundo. Pena que eu não prestei muita atenção, eu queria mesmo era conhecer o quarto.

Ele não demorou a me levar lá. Mas não sem antes uns belos de uns amassos que se arrastaram da porta de entrada até uma cama king size maravilhosa, passando um pouco por um sofá sem igual.

Na cama, entre a mistura de beijos molhados e corpos seminus se roçando, as preliminares avançavam de uma maneira deliciosa. Era boca ali, lambida acolá, mão por lá e a brincadeira só esquentava.

Até que ele, por fim, resolveu revelar seu dote. E que beleza de dote! Do jeitinho que eu gosto. O tamanho não tinha nada demais — mas nada de menos também. Mas a largura… Aquela bitola ia me fazer feliz a noite inteira. Meu corpo pedia por aquele cacete dentro de mim.

Ele veio, cheio de desejo. Antes de deixá-lo entrar, queria sentir seu sabor. Chupei, chupei e chupei, enquanto ele dava grunhidos de prazer.

Chegou a hora do vamos ver. Mal ele tinha entrado em mim, pediu.

— Enfia esse dedinho no meu cu!

Me assustei de cara. Espero que o meu grisalho sensual não tenha percebido. Mas não demorei a agarrar a oportunidade.

Dei uma bela lambida no meu dedo e fui em direção à sua retaguarda. Quando entrou, não me esqueço do que o belo quarentão disse:

— ISSO!

Não consegui evitar. Fiquei me perguntando como ele faria no consultório médico. Um pensamento bobo, claro. Não é como se eu sentisse qualquer prazer durante uma visita à ginecologista. Ainda assim, não pude evitar.

Penetrá-lo foi o gatilho pra algo incrível. Mal o meu dedo entrou e parecia que eu tinha ativado um botão para prazeres inimagináveis. Ele me estocou com tanta força, mas com tanta habilidade que não conseguia mais me controlar.

Não foi bem assim, mas vale a ilustração

Minha voz saia em berros e mais berros até que o grito final de prazer tinha chegado. Gozei loucamente.

Bom, para ele ainda não tinha acabado. Não percebi que só tinha posto meu dedo em seu ânus, mas mal me mexido.

Ele pediu:

— Mexe esse dedinho gostoso, mexe.

Atendi de pronto. Não sou de ter orgasmos com penetração. Por isso que aquele dia foi diferente de tudo, mesmo que mal tivéssemos trocado de posição.

Além de realizar meu primeiro fio terra. Tive tanto prazer que gozei com aquele pinto pela segunda vez. Ele jorrou ao mesmo tempo e senti a camisinha cada vez mais cheia de sêmen. Que sentimento maravilhoso!

De agora em diante, se um cara me pedir um fio terra não vou me fazer de rogada. Enfio mesmo e torço para que ele me enfie da mesma forma.

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