No meio do gozo comprei minha casa

Conto erótico no TeVejo

No meio do gozo comprei minha casa

Coincidentemente, meu contrato de aluguel estava vencendo quando me deparei com descontos para compra de imóveis. Com uma graninha guardada, decidi que já estava na hora de investir em algo meu.

Pedi indicação de corretor de imóveis a uma amiga e marquei pra mesma semana com um desconhecido de voz firme, convicta e densamente máscula.

Minha calcinha encharcou só de ouvi-lo dizer meu nome, quando nos despedimos ao telefone. Mas como estou segurando minhas putarias, fui ao seu encontro com muita roupa e bastante séria.

Claro que não deu certo, né! Uma vez ninfo, sempre ninfo 😉

Em frente a minha futura casa, estava à minha espera um delicioso homem, com a cara limpa, cabelo lindamente bem cortado e uma mala dentro da calça que fez meu queixo cair.

Ah, mas que delícia de conto erótico!

Garagem, sala, dois quartos, cozinha com copa, um banheiro, um lavabo e um charmoso quintal, com área de serviço. Tudo cheirando à tinta ainda.

Mas dane-se. Meus olhos sempre voltavam praquele volume entre as pernas e a bundinha musculosa que marcavam sua calça. Estava difícil pensar!

Um inocente copo de água, que ele me ofereceu, foi suficiente pra me esfregar naquele corpo escultural. Despretensiosamente derramei água naquele pau hipnotizante e, prontamente, tentei secá-lo.

Primeiro um paninho, depois abanando e, por fim, soprando. Daí foi um pulo para beijar a latejante piroca sob a calça do, até então, inocente corretor.

O safado era mais espertinho que eu imaginava, porque logo ele abriu a inconveniente braguilha e exibiu seu pau pra minha língua quente.

Chupei como se minha vida dependesse daquele boquete. Ouvia suas gemidas que ecoavam pela casa vazia. Sentia sua mão puxando meus cabelos e empurrando com força minha cabeça para engolir sua piroca inteira, enquanto empinava e contraía sua bunda deliciosa pra alcançar minha boca.

A essa altura eu já havia arrancado minha calcinha e me tocava com a mesma frequência que subia e descia minha cabeça, engolindo o cacete da base até a cabecinha.

Parecia que eu e ele não tínhamos uma fodinha assim há anos, porque era tanto gemido, tanto desejo e tanta fome de boquete que gozamos só nisso.

Um esporro denso que fiz questão de engolir todinho e lamber como se fosse leite condensado, escorrendo pelos meus lábios.

Ah! Comprei a casa.

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