amizade colorida - PA

Conhecendo melhor meu vizinho

Foi hoje. Finalmente. Sim, foi hoje e eu vim correndo escrever porque não posso falar sobre isso depois que meu corpo esfriar ou perder aquele cheiro de foda que fica preso no nosso corpo, na nossa memória olfativa, mesmo após aquele banho demorado.

Ainda fico ofegante só de lembrar pelo que passei hoje.

Estou morando num daqueles predinhos charmosos antigos que todo centro tem. É uma graça, enorme, com espaço pros meus bichanos, janelas enormes que deixam entrar muita luz e me fazem pirar imaginando uns voyeurs vizinhos me vendo transar loucamente na sala de casa.

Pois bem. Vamos voltar ao que interessa, né? A foda que me trouxe correndo pra frente do computador pra dividir essa minha experiência com vocês.

Como um prédio antiguinho e pequeno, não tem elevador. Eu ainda não conheço todos os moradores nem por nome, mas um sempre me chamou atenção e claro que me apresentei. Nos esbarramos sempre nas escadas do prédio, ele mora no andar logo abaixo do meu e já flagrei ele dando aquelas olhadas safadas pra minha bunda enquanto eu subia as escadas. Já na primeira fitada dele, fiquei arrepiada, toda molhada e suando frio. Sabe aquele sorrisinho de lado que boy que é boy dá quando te deseja com os olhos? Então, isso me tira do sério na hora!

Moreno, alto, com uma barbinha sempre por fazer, malhadíssimo com os ombros e pernas definidas e uma voz máscula que faz qualquer buceta piscar só de ouvi-lo falar “Tudo bem?” e sorrir um sorriso largo com covinhas que dão vontade de lamber suavemente até dar cãibra na língua. Gostoso demais!

Cansada daquele papinho sobre as mudanças de temperatura, vizinhança e preço na feirinha, resolvi que ia tomar iniciativa logo porque eu já estava subindo pelas paredes esbarrando com aquele boy maravilhoso quase todo dia e indo dormir todo dia numa cama enorme sem ele.

Dito e feito, no mesmo dia que decidi tomar iniciativa eu fiz de tudo pra cruzar com ele nas escadas e deu certíssimo! Encontrei aquele gato incrível quase entrando no apartamento dele e de cara o convidei pra ir olhar um vazamento lá em casa. Claro que a única coisa vazando era minha buceta inundando toda a minha calcinha quando pensava nesse meu vizinho.

Nem dei tempo pra ele perguntar onde estava o problema de vazamento, fechei a porta e coloquei minha mão bem direto no pau dele que dava pra ver direitinho naquele jeans apertado que ele estava usando. Ele deu aquele sorriso safado de novo e eu não aguentei, né! Não sou de ferro. Ajoelhei e abri a calça dele que já estava mais apertada ainda com a piroca enorme e dura que ele ficou. Resolvi fazer a alegria dos meus vizinhos e agarrá-lo ali no sofá da sala mesmo.

Tinha tempo que eu não chupava com tanta vontade. Eu queria era engoli-lo inteiro, ter aquele pau dentro de mim, se esfregando em todo meu corpo… Minha respiração tenta se controlar automaticamente porque absolutamente do nada meu coração dispara incontrolavelmente quando lembro disso!

Era cada gemida deliciosa que ele dava enquanto me comia devagar e com uma força deliciosa, me puxava pelo cabelo e segurava meus braços pra trás quando fiquei de quatro pra ele no sofá bem de frente pra janela da minha sala. Acho que ele curtia a ideia de ser visto por alguém do outro lado da rua… e isso só me deixava com mais tesão. A gente fodia e eu não queria parar mesmo quase explodindo por dentro de tanto tesão.

Aquele pau enorme esfregando no meu grelinho e depois entrando na minha buceta me fazia rebolar loucamente como eu nem sabia que meu quadril fazia.

Nunca imaginei que ia adorar tanto um pau se esfregando em todo o meu corpo, mas foi exatamente o que eu quis com aquele safado gostoso do meu vizinho. Nem era um pau lindo e enorme, mas me satisfez em cada socada que ele me dava no rabo, em cada urrada gostosa que ele dava quando eu lambia a cabeça da piroca dele, em cada batidinha no meu grelo que ele dava com aquele pau duríssimo e envergadinho…

O cara era um boy de respeito! Daqueles que te comem com uma vontade que você nem quer parar de fuder mesmo com a buceta ardendo. E como ardeu! Rs… Só espero que a gente se esbarre muuuitas outras vezes aqui no prédio.

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