Sexo feminino X Sexo masculino

O que o século XXI procura trazer de lição para a igualdade entre os sexos

        Que a figura do sexo feminino vem mudando aos poucos, todos já sabemos. Foram anos que se passaram para que, finalmente, a mulher pudesse conquistar sua independência e ser dona do próprio nariz. Trabalhar fora. Sustentar a casa. Ser mãe solteira. Tudo isso (e muito mais), era abominado antigamente por uma sociedade machista que via a figura do sexo feminino como nascida para o lar e suas obrigações domésticas.

        Apesar de grandes mudanças, ainda não chegamos ao ápice do necessário para conseguir uma sociedade mais justa e igualitária, na qual homens e mulheres desenvolvem o mesmo papel sem nenhuma perda real por conta de seu gênero. Levará tempo para isso, porém, a luta não para, isso é o que podemos ver no dia a dia do movimento feminista.

        Para os mais desavisados, cabe ressaltar que o movimento feminista (ao contrário do que alguns pensam), não é um formado por um grupo de mulheres que querem ser melhor que os homens, ou seja, que lutam por mais direitos que o sexo masculino possui.

O movimento nasceu justamente pelo contrário, visando a igualdade entre os sexos, assim como resguardar alguns direitos femininos, como as escolhas feitas sobre seu próprio corpo e a liberdade sexual feminina.

        Pode se resumir, então, que no feminismo, não sexo melhor; mulheres não são melhores que homens, nem homens são melhores que mulheres.

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        Porém, diante dessa luta para que a mulher conquiste seu espaço e direito no mundo, outras portas também foram se abrindo, inevitavelmente.

É o que dizer da libertação sexual feminina e a quebra de estereótipos sobre os gêneros; ao lutar pela igualdade, as mulheres conseguiram o direito de não precisarem de um pênis para fazer coisas que, anteriormente, era considerada como de homens.

        Quebrou-se, ou melhor, aos poucos vem sendo quebrado esse padrão de “na balada, somente o homem pode chagar na mulher”. Elas estão mais fortes, mais firmes, e sim, tomando mais atitude na hora H. Se a mulher tiver essa mente aberta, não vai se importar em chegar para conversar com um gatinho que está paquerando com o olhar na balada. Isso já não é mais julgado como feio (ou não deveria ser)

        A iniciativa, então, pode vir de ambos os lados.

        Para as mulheres, isso é um ponto positivo, afinal, finalmente elas podem ter o controle, quando desejarem, em suas mãos. Não precisam mais ficar esperando os rapazes. Se ela realmente quer, está interessada, vai agir para demonstrar isso.

        Até mesmo na internet podemos ver que esse mesmo padrão está sendo desenvolvido. Hoje as mulheres podem brincar com sua sexualidade, se assim o desejarem, independente do desejo masculino. Algumas, que tamanho gosto levam até como profissão, a exemplo, as cangirls, que através de chats com webcam, exibem toda sua feminilidade, sensualidade, porque elas, em primeiro lugar, querem, e depois, porque eles querem.

        Entretanto, isso pode afetar os homens, de alguma matéria. Justamente por viver um papel desde sempre de provedor do lar e trabalhador, para o sexo masculino entender que estão, supostamente, “perdendo seu papel” (com aspas bem grandes) para as mulheres, é complicado. Antigamente, esse controle da paquera, da iniciativa, da atitude, por exemplo, era exclusivo deles, o que os faziam estar no topo da cadeia. Foram acostumados assim.

        Se rolava um sexo, era porque eles queriam, não porque a parceira estava com vontade.

        Mas, como o mundo, a sociedade também muda e, surpresa, isso realmente está mudando sim, o que pode os deixar com uma pequena pulga atrás da orelha, afinal, “será que ele não vai parecer mariquinha quando uma mulher o vier paquerar?

        Se deixarmos o machismo de lado e vermos a sociedade como uma só, independente de seu sexo, a resposta é “não, não vai parecer mariquinha.”, e é justamente isso que os homens falham em entender.

No século XXI já não existe mais um papel pré-estabelecido. Deveríamos aceitar as pessoas, independente do órgão sexual, do jeito que são, cada qual com suas características e personalidades.

Se a menina é rápida e vai chegar paquerando o gatinho, ótimo. Se o cara é bom de lábia e vai chegar paquerando a gatinha, ótimo também.

Essas amarras do que cada sexo pode (ou não) fazer, já deveriam ter sido todas deixadas de lado. O que acontecerá, com o tempo.

Funk como forma de expressão

A libertação do sexo feminino diante de sua feminilidade e expressão sexual

           Foi durante a Revolução Francesa que a figura da mulher passou a ser vista. Ali, na metade do século XVIII, as mulheres passaram a atuar de forma tímida, mas mais significativa, na sociedade, reivindicando igualdade entre os sexos. Já durante a Revolução Industrial, o sexo feminino foi inserido no modo de produção como uma forma de diminuir as despesas na produção das fábricas, o que levou muitas a trabalharem por até 17 horas e receberem 60% menos que os homens. Junto disso, diversas manifestações de operárias, nos EUA e Inglaterra, levaram a aprovação de uma lei que reduzia a carga horária para 12 horas por dia.

            A luta, desde seu início, é constante. Apesar de conseguirmos marcar nosso espaço na sociedade, ainda existe muito preconceito acerca do sexo feminino, ainda mais quando se trata de grandes corporações; mas, nada que não tenhamos tentado mudar. Porém, não é só no meio de trabalho que a mulher precisa estabelecer seu papel como independente e dona de si, capaz de fazer e ser tanto quanto os homens.

            Na sociedade em geral, a figura da mulher ainda passa por certos estereótipos. Para uma grupo mais machista, a mulher ainda deveria somente cuidar de casa, dos filhos. Sexo? Somente para a procriação. Até mesmo uma religiosidade acaba por causar esse pensamento de que a mulher já nasce mãe e vive (ou deveria viver) só para isso. O corpo? Sempre bem coberto e dentro das leis morais do respeito e bons costumes.

            Diante disso, nasceram diversos movimentos visando mudar a situação da forma com que a mulher se apresenta e deve ser vista. Entra aí o movimento feminista, que visa desconstruir essa visão de diferenciação entre os sexos, permitindo à mulher os mesmo direitos dos homens.

            O funk, nesse meio de protestos, pode também ser considerado um movimento de libertação do corpo e do sexo, da sexualidade feminina. Atualmente, nunca se falou tanto do sexo feminino. Além de ser considerado uma forma de fazer a cultura das periferias se sobressair, afinal, é um tipo de música que já pegou no Brasil todo, saindo dos guetos do Rio de Janeiro e São Paulo.

            O estilo musical, trazido das periferias, ainda passa por diversas correntes de pensamentos, inclusive categorizando-o como machista pela forma com que os cantores descrevem e objetivam o corpo da mulher. “São letras que tratam a mulher como um objeto típico para o sexo”, alguns diriam. Porém, não é com esses olhos que esse movimento deveria ser visto.

            Pode-se dizer que o modo como é feito, claro, não é dos melhores se analisarmos as letras de cantores do sexo masculino, no qual, muitas vezes usam termos que depreciam a imagem feminina. Porém, a analise deve vir a partir das mulheres que gostam desse tipo de música e como elas se enquadram nesse perfil.

            As festas exclusivas do movimento recebem uma grande parcela de mulheres, usando e abusando dos próprios corpos com as roupas que a si acham mais adequadas. Não nos importa analisar se os padrões de uma sociedade classe média acha vulgar ou feio aquele tipo de vestimento, mas o fato de que, sim, hoje elas podem usar a roupa que quiserem.

            É através dessas músicas e desses ambientes que a mulher consegue expor toda sua feminilidade e sensualidade, da forma como melhor considerar apropriada. Finalmente o sexo, afinal, está no controle delas, nas mãos delas. No fim, não cabe a uma sociedade julgar o que essas letras de música dizem, mas sim as mulheres que dela tiram proveito, julgar se a agradam ou não.

            Elas estão satisfeitas. Com aquilo, se sentem desejadas e com o poder nas mãos, com o domínio do tesão dos homens. Se elas quiserem, eles poderão ver. Se não quiserem, não.

            Além do mais, nos últimos anos vemos uma grande parcela de mulheres que decidem entram no mundo do funk, mas não somente como dançarinas. Elas também conquistaram o espaço para cantar, se apresentam, e vem conseguindo grande sucesso. É o caso de Anitta, Tati QuebraBarraco e As Danadinhas.

            Muito dessas artistas não entram no padrão classe média, ou seja, não são loiras e retas como uma tábua; o que mostra a forma como esse movimento cultural aceita outras formas de corpos, de preferência bem recheados de curvas e que saibam dançar, na melhor forma de sedução possível.

# O Funk de Valesca Popozuda

Valesca Popuzuda  - O funk das ruas.

Está aí o brinde, o que deve ser analisado no funk é que, através desse estilo, a pauta da liberdade sexual finalmente chegou à música, afinal, é necessário admitir os apelos dessa libertação, venha ela da forma que vier, de preferência, não esquecendo as raízes e diferenças culturais de cada ambiente de nascimento. As campanhas de direito ao orgasmo e o questionamento do papel da mulher como dona de casa estão aí, basta saber interpretá-los da maneira correta.

      No fim, a grande sacada do funk não é a forma com que os homens enxergam as mulheres, e sim a forma que as próprias mulheres se enxergam e querem ser enxergadas.

 E, pensando nesse estilo musical, o melhor chat com webcam organizou o evento “Purpurinadas do TeVejo”, que acontece no dia 23 de maio.

Durante a noite toda teremos um Dj que irá separar as melhores baladas Funk do momento que farão a temperatura subir e as meninas rebolarem gostoso na sua webcam! Não perca! É dia 23/05 às 23h.

E para o evento ficar ainda mais especial, a tevejana que ganhar mais tokens durante o evento, ainda irá ganhar um um bônus de + 50 tokens! Aproveite e entre na brincadeira!

Striptease para iniciantes

Com a disseminação de chats com webcam, as técnicas de Strip viraram essencial para uma diversificada na hora H

Por conta da quebra do tabu de que o sexo, propriamente dito, é somente para a reprodução, alguns artifícios tem ganhado espaço entre quatro paredes. Essas dicas fazem com que os casais experimentem novidades e acabem saindo da rotina, diversificando e conhecendo, tendo, experiências inusitadas e novas.

É nesse contexto que se encaixa o striptease. Seja ele como uma forma de excitar o parceiro ou uma das maneiras de se entreter na internet com chats ou, até mesmo, as famosas sextapes, guardadas para a posteridade ou presentear alguém.

Striptease-cinta-liga

A primeira mulher a fazer um striptease, conhecida como a inventora dessa atração, era comediante no bar National Winter Garden. Em 1917, visando baratear os custos de figurino, Mae Diz retirou a gola de seu vestido e ao perceber a reação positiva da platéia, tirou os punhos da roupa e abriu os botões do vestido. Desde essa noite de incidente, o estabelecimento passou a receber apresentações regulares de Mae.

Porém, à época, o ato de se despir para excitar outra pessoa era proibido; considerado imoral. Foi somente a partir dos anos 50 e 60, com a explosão de movimentos antimoralistas, como o feminismo, que o striptease pode ser legalizado.

Striptease

Ponto para a liberdade da mulher em relação ao sexo e, veja bem, quem ganha são os homens! Uma mulher confiante na cama, na hora do sexo, só tende a levar a relação a outro patamar.

Um striptease ajuda a mexer com tudo isso, a mulher que se valoriza na hora H, além de excitar o parceiro, torna-se mais confiante, fazendo se sentir desejada, cobiçada; no controle daquela ereção. É tudo dela.

Para ser sexy, principalmente durante a relação sexual, a mulher precisa muito mais do que roupas decotadas e justas. É essa e outras dicas que o TeVejo separou para vocês, além de um playlist exclusivo para seu strip ser o melhor, preparado pela Rebeca.

A postura da mulher deve ser determinada, envolvente e atraente. Nos olhos já dá para perceber o quanto ela tem o controle daquela situação e o quanto está segura em relação a seu corpo, sua feminilidade e sensualidade.

Mais que na roupa, está no jeito de andar, olhar, rebolar, se tocar, que acaba tornando o striptease ótimo, excitando o parceiro. Interpretar o papel adequado, mais que vestindo talvez uma fantasia, é muito importante essa relação do próprio corpo e a intimidade com ele, sabendo como e onde tocar.

Toda sua roupa e movimento devem estar de acordo com o ritmo, o balanço da música.

Se escolher uma mais lenta, acústica, o melhor é apostar em babydools longos, justos e decotados, além, é claro, do clássico salto alto. Movimentos mais sutis, tocando lentamente todo o corpo, desde as pernas até a nuca.

Se a música for mais agitada, mais puxada para o rock, nada melhor que espartilho preto, meia arrastão e botas cano longo. Um pole dance também pode ajudar na hora da sedução.

O clima, por fim, também é importante, assim como a roupa, os movimentos e a música. O espaço do strip será sagrado para ambos, então por que não torná-lo único? Pétalas de rosas espalhadas pela cama ou então uma cadeira na frente, afinal, usar objetos também está super permitido e aprovado!

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Rebeca, 27 anos, adora experimentar na cama e sempre busca coisas diferentes. Para ela, um striptease não é seduzir o parceiro, mas também se deixar seduzir, se sentir mais sexy e desejada.

Por conta de seu estilo mais roqueiro, escolheu cinco faixas para um striptease ideal de bandas de rock alternativo. A dica dela, se for usada alguma dessas faixas, é usar roupas pretas, justas, até mesmo de couro; bota cano alto e salto agulha, assim como cinta-liga e espartilho também são ótimas pedidas. Acessórios, como algemas, também estão na lista da moça.

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Abaixo, as cinco faixas selecionadas:

Arctic Monkeys – Do I wanna

The Kills – Satellite

Portishead – All Mine

The Dead Weather – 60 Feet Tall

The Black Keys – Too afraid to love you

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# Playlist Striptease

A camisola azul que ele rasgou com as mãos

Era uma sexta-feira a noite, o dia tinha sido pesado e estressante em meu trabalho, alguns amigos haviam me chamado para um happy hour e quem sabe algo mais, Carlinhos, uma rapaz com quem saia de vez em quando estaria lá, a ideia de trepar nunca era má ideia, mas  tudo em que eu conseguia pensar era na minha cama, em dormir, descansar e só acordar no outro dia. Mal sabia eu que aquela noite iria me surpreender imensamente e que meus planos, felizmente, não dariam certo.

Chegando em casa comi algo de ontem que restava na geladeira, tudo por preguiça de ter que fazer qualquer coisa que fosse. Depois de comer tomei um banho demorado e coloquei minha camisola azul, um pouco curta e inapropriada para a noite que, eu achava me esperar, presente de um ex-namorado que adorava minhas coxas e seios, eles realmente ficavam bonitos nessa camisola, ela era azul e ficava colada em meu corpo, a escolhi por não achar nenhum outra peça fresca limpa no armário. Aquela noite estava realmente muito quente.

Quando deitei na cama ela parecia perfeita, e meu corpo em  minutos relaxou por completo. Parecia natural que dormisse em questões de segundos, porém algo parecia estranho, eu simplesmente não conseguia, uma hora era calor de mais, outra era o meu travesseiro que estava mal posicionado, o som do trem que passava próximo dali era muito alto e até o ranger  dos móveis incomodava.

Depois de algum tempo que pareceram horas virando de um lado para o outro, levantei, já com tamanha raiva que penso que seria capaz de matar alguém. Tomei um copo de água gelada e voltei para a cama, agora completamente sem sono,  foi então que resolvi ligar meu notebook afim de, quem sabe, escutar alguma música que prestasse e pegar no sono novamente naquela noite infernal.

Procurava em meu playlist a melhor opção quando uma janelinha de repente surgiu em minha tela, minha primeira reação foi fechar, mas um segundo antes de clicar em fechar olhei direito e percebi que algo ali me atraia. Era a foto de um moreno, não do tipo atlético, mas forte e com um olhar de um negro intenso e misterioso.

Na foto ele estava dirigindo e suas mãos seguravam o volante, as mãos e os olhos eram quase sempre a primeira coisa que reparava em um homem, e nele a combinação era perfeita, suas mãos grandes, desenhadas e com um aspecto masculino, assim como seus olhos me chamaram a atenção.

Seu nome era Maurício e em sua caixinha tinha apenas uma palavra, um Oi, seguido de uma emoticon “piscando”, eu ainda podia sentir minha cabeça pesada de sono, mas aquele Oi e aquela foto de alguma maneira me chamou a atenção a ponto de por alguns segundos eu ignorar o cansaço. E então eu devolver um Oi, Seguido de : Quem é você? Onde conseguiu meu contato?

Demorou pra que ele respondesse e isso me deu raiva, já não estava em meu melhor dia, e ele ainda me fazia esperar? Como assim? Eu estava aqui quieta em meu canto, pra que me dar um Oi se era pra me ignor… Meus pensamentos foram cortados quando sua resposta apareceu em minha tela.

– Hey, estava no banho, achei que você não fosse mais responder, foi aí que vi que a mensagem já fazia umas duas horas que tinha sido enviada pra mim.  E ele então emendou.

– Eu te vi naquele dia da festa da sua empresa, fui com um amigo e você estava Lá, Fernando P. sabe? Foi ele quem me passou seu contato.

Fernando P. um baixinho que nunca tinha prestado pra nada finalmente fez algo de útil.

– Tudo bem eu te adicionar? podemos conversar?

Aquela altura eu já sabia que ele era bonito, e sem querer já o imaginava nu, afinal tinha acabado de sair do banho e aquela noite estava tão quente, bom mas ele ainda tinha de certa forma atrapalhado o meu mau humor já impregnado em mim desde às 16h da tarde, por isso apenas respondi.

– Agora que já adicionou, fique aí. Ele então me respondeu:

– Bem que me avisaram e eu mesmo reparei que você é difícil e um pouco grossa!

Grossa! Eu não era grossa, eu estava cansada e essa frase me irritou ainda mais, me irritou e de certa forma me fez ficar ainda mais intrigada com ele aquele par de olhos castanhos escuro que me encaravam naquela foto, odiavelmente linda.

E então apenas respondi:

– Grosso é você que adiciona as pessoas e fala com elas durante a madrugada! Sem nem ao menos ter um papo interessante. O que era de certa forma uma bobagem já que não tinha trocado mensagem alguma com ele até aquele momento.

– Cara você é muito ogra e agora não são nem 22h, você é o que a Cinderela? Vi o horário e ele tinha razão, eu tinha certeza que já deveriam ser umas quatro horas da madrugada, e de repente eu estava rindo daquele idiota, mas não podia perdoar!

– Ah a conversa estava tão ruim que cinco minutos pareceram horas! Emendado com um carinha soltando a língua, tinha exagerado. E ele apenas respondeu com uma risada. Passaram-se alguns segundos e ele então começou a digitar novamente, e de repente percebi que estava ansiosa por sua mensagem e que o sono e o cansaço já não existiam mais.

– Sou louco por ti, te vi na festa e quis saber tudo sobre você,  adoro esse teu jeito mal humorado, você parece uma fera e isso me faz querer te amansar, que tal se eu passasse aí na sua casa agora?

Confesso que a ideia não era assim tão ruim, até senti um calor de pensar nele próximo a mim. Realmente imaginar aquelas mãos perfeitas invadindo a minha camisola não era uma ideia de se jogar fora. Levei tanto tempo pensando nisso que quando voltei o olhos, ainda sem resposta novamente para o computador ele tinha sumido e seu status estava como offline.

Nem mesmo o maior psicopata do mundo seria capaz de imaginar a raiva que senti, me senti descartada, ignorada, ele tinha desistido assim? Queria me amansar mas simplesmente não foi capaz de esperar minha resposta? Desliguei o notebook num soco e virei para o lado afim de dormir e esquecer aquele idiota das mãos lindas.

Demorei para que conseguisse me desligar e quando estava quase finalmente adormecendo, escuto um barulho na porta, um barulho alto, levantei num pulo da cama  e corri em direção a porta, e de repente  estava ele, parado no meio da minha sala.

Era o moreno dos olhos castanhos mais lindos que eu já vi, ele tinha entrado sem ser convidado. Ele tinha entrado? Como ele entrou? Minha cabeça girava e eu não conseguia organizar meus pensamentos, foi quando percebi, ao me dar conta, olhando para o meu corpo que aquela noite estava tão quente que o suor havia deixado minha camisola azul meio transparente.

Quando voltei os olhos para cima, meio encabulada e ao mesmo tempo absolutamente e curiosa excitada com aquela situação seus olhos acompanhavam os meus. Eu realmente não sabia o que falar. Eu tinha perdido fala.

Foi quando ele cortou o silêncio e comentou:

-Bela camisola! Você fica ainda mais linda nela, se soubesse que tinha se preparado para me esperar não tinha demorado tanto!

Me preparado?! Ele era muito pretensioso! Embora eu estivesse absolutamente aliviada de estar usando aquela camisola azul e não um pijama qualquer para recebê-lo, digo ser acordada no meio da noite.

– Eu não te esperava e eu acho que você anda precisando de um pouco de educação, aliás quem é você afinal? Um MacGyver sem noção? Como entrou no meu apartamento, porque entrou? Assim sem ser convid…

E de repente ele estava me beijando e eu podia sentir que suas mãos percorriam meu corpo, eu realmente não sabia o que fazer,  eu não sabia mais se era capaz de fazer alguma coisa, naquele momento a única coisa que podia e queria fazer era responder a altura e tentar me impor, foi o que eu fiz quando o empurrei com força contra a parede entre o quarto e a sala, ele soltou um sorriso quando sua cabeça bateu forte de encontro com um quadro pendurado.

camisola azul

Abri com força sua camisa e pude ouvir o barulho dos botões caindo no chão, coloquei uma de minhas pernas quase inteiras a mostra entre suas coxas que usavam um jeans gelado. Subi até encostar e esfregar em seu  pau. Tirei seu cinto e abri o zíper para que com a mão pudesse sentir seu pau, e ele era ótimo, grande e másculo assim como suas mãos que agora seguravam firme minha nuca e meus cabelos.

Ele não me deixava beija-lo, segurava minha boca próxima da sua e lambia meus lábios enquanto eu massageava e sentia seu pau pulsando em minhas mãos.

Eu odiava mas tinha que admitir ele estava no controle agora e eu nada podia fazer nada a não ser aproveitar cada sensação que ele me proporcionava. Quando não aguentava mais de tanto tesão pedi para que ele me levasse até meu quarto, foi só na terceira vez que ele aceitou e me segurando pela cintura, beijando meu pescoço e roçando seu pau sobre a minha camisola azul ele me levou até meu quarto e me pós de quatro, e em fim, me penetrou, foi intenso e ele sabia como fazer. Suas mãos me seguravam no ventre e eu podia sentir as estocadas até o fundo. Aquilo me deixa maluca.

Foi só quando gozei que ele me virou, e me penetrou com mais força e então gozou sobre meus seios.  Eu estava sem palavras quando terminamos e ele também não parecia estar interessado em falar.

Ele apenas me abraçou e ficou brincando com as pontas de seus dedos sob a minha pele que se arrepiava, ficamos assim durante mais alguns minutos até que caímos no sono.

Camisola Azul

Quando acordei  ele não estava mais lá. Minha camisola azul, que ele rasgou em meu corpo jogada no chão, é a única coisa que me faz ter certeza de que não estava sonhando.

 

 

Peludinho ou lisinho?

Na hora H, o que será que elas preferem no que diz respeito à depilação masculina?

Desde quando David Beckham anunciou a tendência Boyzilian aparecendo de virilhas depiladas em campanha para a Armani em 2007; tesourinha, pinça, lâmina, cera fria ou quente, barbeador, cremes depilatórios, laser ou foto depilação, afinal, não são termos tão desconhecidos do universo masculino.

Mas, e na cama? O prazer aumenta na proporção inversa ao crescimento dos pelos ou a opção de mantê-los é muito pessoal para definir o prazer do parceiro na hora H?

Uma das funções atribuídas aos pelos, além de elevar a temperatura do corpo, é excitar pelo atrito. Para além dos casos específicos de tricofilia (prática considerada parafilia, em que a excitação é provocada por cabelos e pelos do parceiro), muita gente prefere seu homem in natura. Quem enxerga nos pelos virilidade, não abre mão. O roçar de barba, por exemplo, é só um prenuncio aos arrepios causados pelo toque dos fios pubianos. E, atualmente, não cabe discutir higiene nesse contexto. Hábitos higiênicos e cosmética são pré requisitos a ambas preferências sexuais.

Peludinho ou lisinho

Já os lisinhos garantem que ganharam o melhor sexo oral de suas vidas após optarem pela pele nua. A quase especialista Bruna Surfistinha, ou Raquel Pacheco, 29 anos, declarou à revista TPM (da editora TRIP) que prefere a ausência de atrito na língua: “Faz parte do sexo oral explorar com a língua a região ao redor do pênis, é gostoso poder dar lambidinhas, mas isso quando não há tanto atrito dos pelos com a língua”.

Mas não é só o sexo oral que recompensa à submissão aos procedimentos depilatórios: mesmo que visualmente, o tamanho do membro aumenta (principalmente duro), as curvas se acentuam, evita a sudorese, facilita a penetração e aumenta a sensibilidade. E vaidade, até quem não faz sexo tem. Assumir o hábito de aparar, raspar ou eliminar os pelos é coisa de macho, sim senhor.

E a criatividade pode apresentar uma diversidade de cortes pubianos que você não imagina: virilha rasa, bigodinho na púbis, ânus peladinho, pelos coloridos. Vale tudo na hora de ostentar o próprio pau. Há até quem faça arte: body art. Letras, formas, retratos, tem espaço pra um degradê dos sem pelos para os peludinhos atuarem. Entre dois AP`s ou entre quatro paredes importam o que você quer. O que ela quer.

Em homenagem a todo esse tema, o TeVejo preparou um evento exclusivo para os membros do chat com webcam. Dia 09 de maio acontece o evento Peludinho ou Lisinho, no qual será levantado todo esse assunto sobre Depilação Masculina.

Mas, afinal, o que elas preferem? Peludinho ou lisinho? Deixe sua opinião nos comentários.

Professor e aluna

Meu nome é Isabela e acabei de completar 18 anos, estou um pouco atrasada no colégio porque fui viajar para encontrar com meu pai em Paris, voltei a alguns semestres e a única coisa que penso desde que cheguei no Brasil é em meu professor de Matemática e hoje contarei um pouquinho sobre a nossa história.

Como era costumeiro, no período da tarde, todas as quartas-feiras tinha aula de reforço. Entrei e lá  estava ele, parado próximo à mesa. As cortinas fechadas permitiram que, no momento em que fechei a porta atrás de mim, ele segurasse firme em meu quadril e me colocasse sentada em seu colo, abrindo caminho entre as minhas pernas seus dedos tocaram minha buceta e afastaram minha calcinha para que seu pau pudesse entrar até o talo me fodendo deliciosamente.

A cena  que infelizmente durou poucos segundos mas foi suficiente para bombear meu corpo de tesão, foi substituída por uma convencional conversa entre professor e aluna. A porta destrancada exigia discriçãoconto-erótico-professor-e-aluna-na-cadeira.

Professor e Aluna, apenas?

O encontro que fazia minha imaginação tecer essas ideias e pensamentos já estava marcado para às vinte horas daquele mesmo dia. Por isso entrar naquela sala e ter que fazer a linha ” aluna santinha e sem interesse” me matava. O simples imaginar era capaz de me deixar molhada de desejo por aquele que por tantas aulas seguidas foi motivo de irritação e descontentamento, porque ele demorou tanto para me notar? Minha cabeça girava e foi difícil me concentrar.

Porque eu ainda tinha que esperar até a noite para poder fazer tudo que esteve preso apenas em minha imaginação e sonhos, ah e que sonhos! O encontro me parecia tão improvável, era algo que eu desejava tanto que começava a desconfiar se iria mesmo acontecer.

Durante todo o tempo que tivemos aula ele nunca disse uma palavra ou fez qualquer gesto que me incentivasse, porque nunca desisti?

Tive dois semestres de aulas com ele,  e em meu olhar nunca escondi o desejo que ele me despertava, cheguei a levar um antigo namoradinho pra que ele, quem sabe, sentisse ciúmes, mas ele sempre ético, sempre inabalável aos meus decotes, microssaias e pequenos esbarrões intencionais – como na vez em que derramei suco de laranja “sem querer em sua calça”. Foi sem querer também que com o olhar mais safado do mundo passei minha mão lá pra ver se tinha “molhado” Ah se não tivessem as calças, e claro, os olhos desconcentrados e perturbados do restante da turma ele não tinha me escapado.

Ah aliás eu adorava provocá-lo na frente dos garotos nerds da minha turma, eles me desejavam desde de o primeiro dia, mas eu nunca gostei de “garotos” e o fácil nunca me encantou, por isso, meu professor era o que era pra mim. Ah como eu desejava aquele homem.

Ele nem seguia o padrão de beleza, nem era assim um Deus Grego, pelo menos não para a maioria das mulheres, para mim claro, aquela voz grossa, braços nem tão musculosos, mas perfeitos em sua forma, seu peitoral que em dias de calor apareciam mais sobressalentes em suas camisas, sempre brancas, me deixavam desnorteadas, nada comparado, é claro aos seus olhos, de um negro profundo, era a combinação perfeita com aquela barba sempre por fazer.

Não sei até hoje como conseguia ir bem em sua matéria, era simplesmente impossível me concentrar nas coisas que ele falava, ele era professor de matemática e qualquer coisa que ele nos explicava me fazia pensar nas equações que poderíamos estar fazendo entre quatro paredes, num quarto de motel barato, em Paris, ou em que sabe, na minha casa, nos meu quarto, com as minhas roupas no chão e ele sobre mim, na verdade o lugar era o que menos importava, tinha vontade mesmo é de repente assim, no meio da aula, dar uma de louca, surtar e gritar para todo mundo e principalmente pra ele que eu o queria, que ele tinha o dever de me possuir ali mesmo na sala de aula, com meus colegas nerds e sem graça vendo, queria ali em cima da mesa no meio dos livros e da caneca de café que derrubaríamos com agitar de nossos corpos.

Nessa tarde, lá na sala com ele minha cabeça fervia. Depois de tanto tempo e tantas investidas da minha parte e ele resolveu me responder. Foi um simples: Tudo bem! Marcado. Seguido de um smile de carinha feliz.

Como ele podia ser assim? Agora mesmo, aqui do meu lado depois de me responder, nada em sua expressão mudou. Tantas vezes eu já tinha deixado recados picantes e perguntas indiscretas, hora nas provas que lhe entregava, nos cadernos que lhe mostrava. Porque ele nunca fez nada? Porque agora? Porque essa noite?

Essa pergunta era a ultima da qual queria resposta, o que eu queria mesmo era ele, sem questionamentos, sem dúvidas e com muito tesão. Na mensagem que lhe enviara disse apenas:

-Hey, posso passar a noite e dormir contigo hoje a noite?

Mas foram tantas as vezes que ele não me respondeu que nem pensei para lhe enviar a mensagem, eu não sabia onde ele morava, como eu iria em seu encontro? Não queria lhe perguntar – Vai que ele mudava de ideia!  Será que ele respondeu assim também, pensando que não daria em nada, talvez por brincadeira. Não deixaria isso pra lá de jeito algum, de qualquer forma essa  era minha chance.

Movi céus e mundos e depois de oferecer até uma graninha para um de meus colegas nerds que eu sabia morar perto da casa dele descobri seu endereço. Peguei um táxi e apenas fui. Com as pernas bambas, o coração na boca, e o corpo inteiro ardendo de tesão e apenas um pensamento em mente: Essa noite ele será meu.

Quando cheguei as luzes estavam apagadas, pensei: Maldito, saiu para não correr perigo que fosse verdade a minha proposta!

Ok ok sem pânico, pensei comigo, se ele fez isso vai se arrepender! Mas logo vi que uma luz de um dos quartos se acendeu e junto com a luz meu desejo! Ah lá estava ele, longe dos meus colegas, da diretora e dos muros da escola que faziam o termo sexo entre professor e aluna tão pecaminoso, aos olhos dos outros, é claro, não aos meus.

Subi as escadas, e as minhas pernas tremiam, o porteiro fez como pedi, não lhe avisou, nada que um sorrisinho malicioso não conseguisse, eu tinha tudo com todos, menos com um, pelo menos até aquele momento.

Quando cheguei no número indicado pelo porteiro parei em frente e meu coração disparou e pela primeira vez minha consciência deu sinal de vida e eu pensei: E se ele for casado? E se ele realmente não me achar interessante o suficiente, será que fiz mal? Será devo voltar para casa? Bom, mas quando vi minhas mãos já tinham feito o trabalho e eu inconscientemente e sem respeitar minha pobre consciência, já tinha batido na porta. E então ela se abriu.

Por uns três e absurdamente longos segundos nos ficamos apenas nos olhando, fora da escola ele era ainda mais bonito, ele estava com os cabelos molhados e sem camisa, tinha pelo que percebi acabado de sair do banho. Sua expressão era uma mistura de espanto e pela primeira vez em tanto tempo – desejo.

Percebi também, nesses mesmos três intermináveis segundos que nós dois nunca tínhamos conversado nada que não fosse a respeito da matéria que ele lecionava. Sim, já que ele nunca respondia nada do que eu lhe mandava.  E quando entrei mesmo sem ele me convidar, afinal eu já estava ali, apenas perguntei: Onde posso colocar minha bolsa? Ele gaguejando e meio que sem reação apenas respondeu:

-Pode colocar em cima da, do, lá , aqui no cabide atrás da porta.

Foi nesse momento que percebi que em sua casa, longe da figura de professor ele já não era mais tão seguro de seus atos. Meus pensamentos voavam e eu não sabia ao certo o que fazer e apenas respondi rindo e ele respondeu também rindo. E como ele era lindo quando sorria.

Aproveitei o momento para dar mais uma olhada ao redor percebi que o apartamento tinha a cara dele, era meio bagunçado, mas não de forma relaxada, era uma bagunça arrumada e seus livros estavam espalhados sobre o chão em frente a Tv. Os livros me fizeram lembrar dele e da sala de aula e isso me encheu de tesão, ele acompanhou meu olhar e fez uma cara de: É sou seu professor, lembra? Isso me fez pensar que o fato de ele ser meu professor não parecia ter o mesmo efeito sobre ele. Não parecia.corredor-professor-e-aluna

Porque quando voltei os olhos para os livros em um ato insensato de timidez quase que no mesmo segundo senti sua mãos em minha cintura, e de repente ele estava abraçado a mim e com a voz em meu ouvido sussurrou.

– Sempre achei que fosse brincadeira sua, não acreditava que você viesse. Mas que sorte a nossa que você está aqui agora.

Seguida dessas palavras que fizeram meu coração quase saltar pra fora do meu peito e minhas pernas ficarem formigando ele começou a mordiscar meu pescoço e orelha enquanto suas grandes mãos percorriam meu corpo por baixo da blusa de renda que escolhi especialmente para essa noite. Ele me abraçava e me beijava por traz e eu quase que instintivamente comecei a rebolar e a roçar minha bunda em seu pau que pulsava por baixo da sua calça fina. Suas mãos pareciam saber exatamente o que fazer e horas apalpavam meus seios e outras horas desciam e formigavam meu ventre, ele fazia questão de chegar bem próximo da minha buceta que ardia e latejava implorando por ele, mas ele uma vez outra apenas passava as pontas dos dedos de leve com se tivesse provocando. A certa altura virei para ele e ele mais rápido me colocou em seu colo, eu agora parecia uma boneca em suas mãos, ele fazia o que queria comigo. Em seu colo ele me levou até seu quarto.

As paredes eram pretas, e a cama estava toda desarrumada, os lençóis estavam bagunçados e por isso eu podia sentir ainda mais forte o perfume, o perfume dele que por tanto tempo me atormentou estava ali tão próximo, aquela pele que me deixava em brasa eu agora podia tocar, morder… Ele era todo meu. O rádio invadia o quarto de canções do Radiohead e a luz fraca vindo da Lua passando pela grande janela próxima a cama me excitava ainda mais.

Quando ele me deitou na cama, ele me olhou, mediu cada pedacinho do meu corpo, e de repente fez uma cara de quem estava em dúvida. E eu assustada falei, com a voz quase rouca de medo:

– Não desista agora, eu sei que você também quer! E em um sussurro completei:

– Seu corpo e suas mãos me contaram!

Ele gargalhou e isso me assustou um pouco, nunca tinha o visto assim tão a vontade, ainda rindo ele respondeu:

– Não há a nada que pudesse me fazer desistir de ter agora, estava apenas pensando qual peça da sua roupa tiraria primeiro.

Dito isso quase enlouqueci de tesão e começamos a nos beijar com mais vontade e seu peito agora fazia pressão em meu corpo, suas mãos agora não aguentavam apenas brincar e me provocar, elas invadiam minha buceta e eu já era quase capaz de gozar antes mesmo dele tirar o restante da minha roupa e então quando não aguentava mais, ele parou me deixando ainda mais louca e entregue. Ele então começou apenas a me beijar, o corpo todo, ia me despindo enquanto cobria meu corpo de beijos, percorria meu corpo inteiro com sua língua quente, quando terminou de tirar minha meia calça me chupou com gosto e então gozei em sua boca. Foi intenso e me deixou completamente relaxada e vulnerável, satisfeita, mas a noite não iria terminar ali, não antes de eu mesma fazer com que ele sentisse o prazer que ele me proporcionou.

Depois de ficarmos alguns minutinhos apenas abraçados, recuperei o fôlego e o coloquei sentado na cama e sentei em seu pau, era grosso e me preenchia por inteiro. A única coisa que conseguia pensar era o quanto valeu a pena esperar cada segundo por aquela noite, durante todos os dias desde a primeira vez que o vi.

Suas grandes mãos controlavam o vai e vem, enquanto me olhava e beijava meus seios e mordiscava meus lábios. Sua língua parecia saber exatamente o que fazer e eu não o reconhecia. Aquele homem, meu professor, todo fechado e tímido não existia mais. E esse que eu conheci essa noite é ainda melhor.

Depois de rebolar por alguns bons minutos sobre o seu pau via em sua expressão que não aguentaria mais e então pedi para que gozássemos juntos e assim foi, ainda melhor do que o primeiro, fechando a transa mais perfeita.

Dormimos abraçados e transamos mais uma vez pela manhã e quando chegou a hora de ir embora antes que saísse pela porta ele me agarrou pelo braço e me disse com um meio sorriso:

– Comporte-se na escola, você é minha aluna! Lembra. Beijou minha boca, mordeu de leve minha língua e por fim completou:

-Lá. Porque por aqui você é minha e eu faço com você o que quiser. Agora que sabes que sou teu, venha sem avisar, assim não tenho como lhe recusar.

 

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