Fantasias sexuais

Não seria a melhor maneira de quebrar a rotina do relacionamento e ainda apimentar a relação?

Estressou E nessa véspera de feriadão de Páscoa, mais além do que chocolate, a equipe do TeVejo preparou mais um de seus eventos para esquentar a noite no bate-papo. No “As coelhinha do TeVejo”, as meninas foram convidadas a entrar no chat usando fantasias, justamente para dar uma brincada com o imaginário masculino e quebrar a rotina. O nome, mais do que óbvio, é uma referência às tão cobiçadas, loiras e sensuais, Coelhinhas da Playboy.

Agora, já que estamos falando de coelhinhas e fantasias, por que não tentar entender qual é todo o poder que o fato de usar outra roupa pode fazer durante o ato sexual.

É mais do que comum que um casal, juntos já há algum tempo, acabe caindo na rotina da vida a dois (e às vezes à três, à quatro, quando os filhos chegam), fazendo com que, inevitavelmente, a relação sexual que antes era todos os dias, como na lua de mel, vá diminuindo sua periodicidade.

Assumem-se diversas responsabilidades como cuidar da casa, dos filhos, da vida de casado, do jantar; o que faz com que na hora da intimidade, do sexo, muitas vezes um dos dois estejam cansados demais para experimentar alguma coisa nova ou até mesmo o clássico papai e mamãe.

É aí que o casal cai na rotina, se acomoda, briga cada vez mais e, muitas vezes, acaba se separando. Porém, existem algumas coisas que podem ser feitas pelos casais para mudar essa situação. Quebrar a rotina e, inclusive, partir para uma vida sexual muito mais ativa e interessante.

Nesse contexto é que entram as fantasias sexuais. Não adianta negar, todo mundo, por mais pudico que seja, tem alguma fantasia que deseja realizar. É instinto humano, desejo, e por mais que não se fale em voz alta, a vontade permanece ali, dentro das necessidades fisiológicas.

Quem se permite experimentar, libertar essas vontades, saiba, é muito mais feliz.

Entre as fantasias mais procuradas, as mais comuns a todos são as enfermeiras, as policiais, as professoras e estudantes, todas, é claro, curtas, justas, safadas. Não podemos esquecer, é claro, da fantasia mais cobiçada, que é tema do nosso evento do dia 18, a de coelhinho. O colant justo ao corpo, o rabinho e as orelhas, tudo remete às meninas da Playboy, sendo assim tão bem vistas e desejadas.

Essas fantasias são um modo de escape para a monotonia sexual, rompendo alguns padrões, quebrando alguns estereótipos, e fazendo a imaginação disparar a mil. Afinal, que homem não ia querer, de repente, ver sua mulher fardada, provocativa, algemando-o, tomando todo o controle da situação, para, posteriormente, ter o papel invertido e ser dominada, controlada?!!

Nesse caso da policial, é mais que óbvio que o que atrai nessa fantasia é o fato de ser um papel superior, de poder, no qual normalmente não há chance alguma de se realizar algum ato sexual. Na sociedade, a policial é vista como uma mulher que deve ser respeitada e, acima de tudo, temida, o que pode acabar chamando muita atenção de alguns homens.

A fantasia de enfermeira, por sua vez, fala-se mais por ser um ato proibido, vez que todo o contato que temos com enfermeiras é por conta de alguma doença que faz com que frequentemos o hospital, local onde o sexo nunca poderia acontecer.

Estudante e professora, ambos também estão presentes em nossas vidas e em locais onde o sexo não é permitido. A figura de autoridade exibida pela professora também é um chamariz, fazendo com que essa fantasia seja uma das preferidas.

Vai dizer então que a utilização de uma fantasia pervertida não serve para quebrar a rotina e apimentar a relação. São ótimas. Servem como um momento de descontração, com um maior poder sobre a sexualidade e o tesão.

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E você? Já experimentou usar alguma dessas fantasias? Conte-nos nos comentários!